Um casal em processo de separação disputa a guarda da filha única. A mãe alega que o pai não tem condições emocionais de criar uma criança. Relata que ele sempre foi emocionalmente frio, distante, incapaz de mostrar carinho. O marido reconhece não ser uma pessoa calorosa e revela que não consegue expressar seus sentimentos, apesar do afeto que sente pela filha. Reconhece não confiar naqueles que o cercam, mas acredita ter mais responsabilidade do que a mãe para cuidar da criança. Sob a perspectiva de John Bowlby, é provável que as dificuldades afetivas do marido
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Q1060512
Donald Winnicott entende que a agressividade, nos primeiros meses de vida do bebê,
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Um jovem de 18 anos foi considerado culpado por um crime de estupro de uma jovem que se encontrava bastante alcoolizada e desorientada. O jovem reconhece ter cometido o ato, mas não se sente responsável porque a vítima não ofereceu resistência. O advogado do jovem consulta um psicólogo sobre a possibilidade de substituir o encarceramento por um encontro restaurativo. Nessas circunstâncias, segundo H. Zehr (2012), cabe ao psicólogo esclarecer que
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Q1060510
Ao abordar a agressividade no desenvolvimento do bebê, Donald Winnicott afirma que
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Q1060509
Em processo de divórcio litigioso, com acusações de violência sexual do pai em relação à filha, o psicólogo perito declara o seguinte em documento resultante da avaliação psicológica realizada: “na entrevista com o Sr. João, não foi possível conhecer sua história de vida e suas relações familiares, pois ele se limitou a falar de sua relação com a ex-esposa, tentando provar que as ações dela como mãe eram erradas, desqualificando-as ao seu olhar”. Em se tratando de entrevista psicológica ou clínica, conforme entendida por José Bleger (2011), essa descrição revela que o psicólogo deveria ter
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Q1060508
Segundo D. Falcke (em Hutz et al., 2020), a literatura sobre agressores conjugais indica maior frequência, nesse grupo, de transtornos de personalidade
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Q1060507
Na visão de John Bowlby,
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Q1060506
Um garoto de 12 anos tem apresentado problemas recorrentes de prática de bulliyng e agressão a crianças menores. Na visão de Levisky e Levisky (em Levisky, Gomes e Fernandes, 2014), essa conduta possivelmente representa
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Q1060505
A maneira como o psicólogo se posiciona diante da complexidade dos fenômenos psicológicos expressos em questões jurídicas exige desse profissional uma postura crítica perante sua própria atuação. Particularmente, merece(m) atenção, por parte dos psicólogos, segundo as Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas(os) em Varas de Família,
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Q1060504
A possibilidade de elaboração do luto, segundo Donald Winnicott, depende, em boa parte, da maturidade do indivíduo. Na infância, para tal elaboração é importante que a criança possa