Arnaldo Antunes, o compositor da música acima, usou de um recurso chamado licença poética para escrever seus versos. Licença poética é a liberdade que o poeta tem de transgredir a norma padrão da língua com o intuito de trabalhar com métrica, rima, ou até com a harmonia. Visto isso, sobre o desvio gramatical “beija eu”, assinale a alternativa incorreta.
Arnaldo Antunes, o compositor da música acima, usou de um recurso chamado licença poética para escrever seus versos. Licença poética é a liberdade que o poeta tem de transgredir a norma padrão da língua com o intuito de trabalhar com métrica, rima, ou até com a harmonia. Visto isso, sobre o desvio gramatical “beija eu”, assinale a alternativa incorreta.
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
O uso de hífen em “economistas-chefe” (linha 1) está correto, pois segue a regra dos adjetivos gentílicos.
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
A forma verbal “esperam” encontra-se no presente do indicativo, na terceira pessoa do plural, visto que concorda com “Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado” (linhas 1 e 2).

Internet: <www.economia.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
Em “A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação” (linhas 11 e 12), tem-se um sujeito composto que concorda com a forma verbal “reduzem” (linha 12).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
Na quarta linha do quinto parágrafo, é correto substituir “à medida que” por conforme, uma vez que essa substituição não altera o sentido do parágrafo.
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
Na segunda linha do sexto parágrafo, em “a proporção dos que esperam inflação alta em 2023”, a locução conjuntiva “a proporção dos” deveria vir com crase.

Internet: <www.economia.uol.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item:
Em “A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos” (linhas de 36 a 39), a palavra “presas” poderia ser substituída por isentas, sem que isso acarrete mudança de sentido para o período.