Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
As palavras “mesmo” (linha 42) e “ele” (linha 45) pertencem à mesma classe gramatical e, no texto, colaboram para a coesão textual ao retomarem termos mencionados anteriormente.
Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No período que compõe o penúltimo parágrafo do texto, com o emprego da expressão “tão herdeiras da Terra quanto ele” (linhas 44 e 45), o autor estabelece uma relação de proporcionalidade entre seres humanos e demais seres vivos, para defender que todos têm direito a viver na Terra.
Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A forma pronominal “o”, tanto em “o fizeram” (linha 33) quanto em “o cercava” (linhas 34 e 35), refere-se ao sujeito da forma verbal “começou” (linha 32).
Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na pergunta “Como essa transformação vai ocorrendo de forma às vezes abrupta, às vezes gradual?” (linhas 24 e 25), é obrigatório o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “às”, em ambas as suas ocorrências.
Língua Portuguesa
Interpretação de Textos
Coesão e coerência
Redação - Reescritura de texto
Ano:
2021
Banca:
Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a expli...