Leia com atenção o fragmento do livro Mensagem, de Fernando Pessoa:
“Há em mim fenômenos de abulia que a histeria, propriamente dita, não enquadra no registo dos seus sintomas. Seja como for, a origem mental dos heterônimos está na minha tendência orgânica e constante para a despersonalização e para simulação. Estes fenômenos - felizmente para mim e para outros - mentalizaram-se em mim; quero dizer, não se manifestam na minha vida prática, exterior e de contato com os outros; fazem explosão para dentro e vivo-os eu a sós comigo. Se eu fosse mulher - na mulher os fenômenos histéricos rompem em ataques e cousas parecidas - cada poema de Álvaro de Campos (o mais histericamente histérico de mim) seria um alarme para vizinhança. Mas sou homem - e nos homens a histeria assume aspectos...
Em: “Gustavo pegou dela precipitadamente, e olhou desconfiado para o amigo. Esse olhar foi para Honório como um golpe de estilete; depois de tanta luta com a necessidade, era um triste prêmio. Sorriu amargamente”, o enunciado destacado no texto se refere:
Deve-se entender, ao se atentar para o que se afirma
Para que o “espírito” de uma lei corresponda a uma nova prática social (2º parágrafo), é preciso que a legislação
Está clara, coesa e correta a redação deste livre comentário sobre o texto: