I. Os alunos, para entendimento dessa charge, devem analisar os elementos da materialização textual escolhida, bem como os elementos paralinguísticos e cinésicos. Quanto ao estilo, é pre-ciso analisar as escolhas lexicais, a variedade linguística, os mecanismos morfossintáticos, constatando se há (in)congruência com a situação de produção, a forma e o gênero em ques-tão.
II. Com relação a um dos mecanismos sintáticos e morfológicos presentes, constata-se que o enunciador utiliza "pegá-las-emos", no início da sentença....
No documento “Orientações curriculares para o ensino médio: linguagem, código e suas tecnologias” (2006), aborda-se a piada a seguir, de forma a permitir uma reflexão sobre os diferentes fatores e conhecimentos implicados no processo de produção de sentido.
Assinale a alternativa que apresenta consideração INADEQUADA sobre a piada, tendo em vista o processo de compreensão.
Considerando a habilidade descrita pela BNCC, o estudante deve ser levado a perceber que a man-chete publicada pelo jornal O Globo, em 29/1/2009 – “Lula amplia Bolsa Família um dia após cortar orçamento” – traz o ponto de vista do jornal sobre o fato noticiado. Esse ponto de vista se evidencia:
I. pelo uso do verbo “ampliar”, no lugar de “aumentar”, que seria mais neutro;
II. pelo uso da forma “Lula”, no lugar de “presidente do Brasil”, que indicaria respeito;
III. pela inserção de informação temporal, que não é central à natureza do fato relatado.
Abaixo, apresentam-se ocorrências do português que, embora frequentes na língua, não são, de modo geral, abonadas pelas nossas gramáticas normativas. Examine-as e, em seguida, leia as considera-ções apresentadas sobre elas.
I. Ele queixou com a professora.
II. Esta casa bate muito sol; valerá a pena comprá-la.
III. Felizmente, estudei todos os meus filhos.
IV. Na minha gestão, construiu-se pontes e viadutos modernos.
Assinale a alternativa que traz consideração INADEQUADA.
O educador Paulo Freire afirmou que “a leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele” (FREIRE, 1987). No viés da leitura do mundo pela palavra, vê-se emergir uma tecnologia de linguagem cujo espaço de apreensão de sentido não é apenas composto por palavras, mas, junto com elas, encontram-se sons, gráficos e diagramas, todos lançados sobre uma mesma superfície perceptual, amalgamados uns sobre os outros formando um todo significativo e de onde sentidos são complexamente disponibilizados aos navegantes do oceano digital. É assim o hipertexto.