Ingressamos na era da globalização. Graças às redes de computadores, um rapaz de São Paulo pode namorar uma chinesa de Beijing sem que nenhum dos dois saia de casa. Bilhões de dólares são eletronicamente transferidos de um país a outro no jogo da especulação, derivativo de ricos. Caem as fronteiras culturais e econômicas, afrouxam-se as políticas e morais. Prevalece o padrão do mais forte.
I. Os termos destacados – “um rapaz de São Paulo”, “Bilhões de dólares” e “o padrão do mais forte” – desempenham mesma função sintática nas orações em que se encontram.
II. O sujeito da 1ª oração do excerto, cujo elemento predicador é o verbo “ingres-sar”, é indeterminado.
III. O termo “às redes de computadores”, preposicionado, completa verbo, por-tanto é objeto indireto deste...
“A globalização tem sombras e luzes. Se de um lado aproxima povos e quebra barreiras de comunicação, de outro ela assume, nas esferas econômica e cultural, o caráter de globocolonização.”
O item lexical destacado:
Discutindo uma mesma temática, há, como semelhanças entre os textos I (escrito por um teólogo) e II (escrito por um professor), os seguintes aspectos, EXCETO:
Leia atentamente a tirinha de Mafalda, personagem de Quino que, há mais de 50 anos, traz à tona questões que estão na pauta das discussões em nossa socie-dade. Nesta, em especial, o tema é afim ao tratado nos dois textos lidos.

Sobre ela, são feitas afirmações, a seguir, referentes tanto ao conteúdo quanto à forma do texto verbal. Assinale a afirmativa INCORRETA:
Atente para a indicação de recursos estilísticos utilizados pelo autor do texto II:
I – “A cultura moderna, ou pós-modernista, não tem uma razão para produzir sua autocrítica, mas muitas razões...”.
Metonímia
II – “Restou-nos o refúgio nos grandes espetáculos, como os do Coliseu antigo: o pão e o circo, para preencher o vazio da vida.”
Comparação
III – “A televisão nos anestesia com a estética da imagem. Para Baudrillard, ela é o nosso mundo.” ...
Segundo as informações do Texto I, o perfil dos portugueses que habitavam o Rio de Janeiro em meados do século passado está adequadamente traçado em:
Segundo o Texto I, os portugueses somavam 196 mil habitantes na cidade que era a terceira cidade portuguesa do mundo, número que correspondia a um décimo de sua população urbana.
Isso significa que havia cerca de 1.960.000 habitantes
“No Centro da cidade, próximo ao grande comércio, temos um grupo significativo de patrícios e algumas associações de porte” (l. 20-22).
No trecho acima, a autora usou em itálico a palavra destacada para fazer referência aos