4541 Q1095335
Língua Portuguesa Sintaxe Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: FURB
Microplásticos são identificados no cérebro humano

De tão pequenas, é impossível vê-las a olho nu. Mas elas existem e estão em todos os lugares. No mexilhão comprado direto do pescador, nas frutas e nos legumes da feira ou nos alimentos industrializados do mercado. Também já foram encontradas na cerveja, no chá, no leite, na água (em especial a engarrafada) e ainda no solo e no ar. Em formato de esfera, fios ou fragmentos de filmes ou espuma, as partículas de plástico de tamanho microscópico são hoje mais abundantes do que nunca no planeta. Com a vida imersa em plásticos, era esperado que, em algum momento, diminutos fragmentos do material fossem encontrados até mesmo no mais protegido dos órgãos humanos, o cérebro. Agora foram.
Na Faculdade de Medicina da Universidade de São P...
4542 Q1095306
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: DECORP
J. G. DE ARAÚJO JORGE (20/05/1914 - 27/01/1987), nasceu em Tarauacá e ganhou projeção nacional, e se tornou um dos poetas mais lidos do Brasil à sua época.

CANTO DO POETA MENOR

Sou o poeta menor, o trovador humilde, que nasceu nesse Brasil grande, numa vila sem nome, em meio às árvores, aos pássaros, aos rios e jacarés porque o resto não há.

Não me recebem. Estão sempre em reunião importante.

Estou na rua, com o povo, que “a praça é do povo como o céu é do condor”, já cantou o grande Poeta.

Não trago quatrocentos anos na sacola, não sou de ferro, não sou de bronze, não desci orgulhoso da alta montanha falando como Zaratustra, – sou um poeta, de barro, como qualquer homem... (...)

Sou o poeta menor, o poeta humilde, sem história, que nasceu...
4543 Q1095305
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: DECORP
J. G. DE ARAÚJO JORGE (20/05/1914 - 27/01/1987), nasceu em Tarauacá e ganhou projeção nacional, e se tornou um dos poetas mais lidos do Brasil à sua época.

CANTO DO POETA MENOR

Sou o poeta menor, o trovador humilde, que nasceu nesse Brasil grande, numa vila sem nome, em meio às árvores, aos pássaros, aos rios e jacarés porque o resto não há.

Não me recebem. Estão sempre em reunião importante.

Estou na rua, com o povo, que “a praça é do povo como o céu é do condor”, já cantou o grande Poeta.

Não trago quatrocentos anos na sacola, não sou de ferro, não sou de bronze, não desci orgulhoso da alta montanha falando como Zaratustra, – sou um poeta, de barro, como qualquer homem... (...)

Sou o poeta menor, o poeta humilde, sem história, que nasceu...
4544 Q1095304
Língua Portuguesa Sintaxe
Ano: 2025
Banca: DECORP
J. G. DE ARAÚJO JORGE (20/05/1914 - 27/01/1987), nasceu em Tarauacá e ganhou projeção nacional, e se tornou um dos poetas mais lidos do Brasil à sua época.

CANTO DO POETA MENOR

Sou o poeta menor, o trovador humilde, que nasceu nesse Brasil grande, numa vila sem nome, em meio às árvores, aos pássaros, aos rios e jacarés porque o resto não há.

Não me recebem. Estão sempre em reunião importante.

Estou na rua, com o povo, que “a praça é do povo como o céu é do condor”, já cantou o grande Poeta.

Não trago quatrocentos anos na sacola, não sou de ferro, não sou de bronze, não desci orgulhoso da alta montanha falando como Zaratustra, – sou um poeta, de barro, como qualquer homem... (...)

Sou o poeta menor, o poeta humilde, sem história, que nasceu...
4545 Q1095303
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...

4546 Q1095302
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...

4547 Q1095301
Língua Portuguesa Fonologia
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...

4548 Q1095300
Língua Portuguesa Fonologia
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...

4549 Q1095299
Língua Portuguesa Interpretação de Textos
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...

4550 Q1095298
Língua Portuguesa Morfologia Morfologia - Verbos
Ano: 2025
Banca: DECORP

Leia atentamente:



     José viu o rio surgir, do varadouro, por entre as árvores. Estava cheio depois das grandes chuvas. Mas seu coração nem viu a magia que fluía dele, porque a tristeza invadia tudo como uma neblina que caminha ao amanhecer. Ventava melancolia.


    — Dona Neusa! - gritou do aceiro da mata - Mamãe chama à senhora. O Chico está muito mal, talvez não passe dessa noite.


     Da janela, uma senhora deu com a mão e desceu as escadas apressadamente.  


    O cam...