A alternativa que contraria a colocação pronominal exigida pelo padrão escrito culto é:
“E no alto da torre exibo-te o varal. Onde balança ao léu minh’alma” (versos 24 e 25) A respeito dos versos acima, analise os itens a seguir:
I. O acento em léu se justifica como acento diferencial, para não se confundir com o verbo leu.
II. Em minh’alma, para indicar a supressão de uma letra, utilizou-se apóstrofo.
III. O pronome te exerce função de objeto indireto.
Assinale:
Para compor suas idéias no texto I, os autores só não se valeram de:
A respeito do texto I, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto aponta uma contradição entre a idéia de “união” da Europa e sua real política de exclusão.
II. O texto representa um desabafo em tom emotivo por parte dos autores.
III. O texto aponta para uma inferência dos Estados europeus como não-solidários.
Assinale:
“As condições de detenção e expulsão são inaceitáveis: em princípio, há espaços isolados denominados ‘centros de retenção’ (os que já existem lembram campos de concentração).” (L.27-30) No trecho acima, a função dos parênteses é:
Em inter-regionais (L.56), utilizou-se corretamente a regra do hífen diante de palavras que se iniciam com a letra r. Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.
Em inospitaleiras (L.82), ao se juntar o prefixo à palavra hospitaleiras, houve perda da letra h. Assinale a alternativa em que a junção dos dois elementos se deu de forma incorreta, provocando erroneamente a perda da letra h.
“Porém, havendo um número ‘excepcionalmente elevado’ de estrangeiros, estes podem ser mesclados aos presos comuns, e as famílias podem ser separadas.” (L.30-33) No trecho acima, seguindo as regras da boa discursividade, utilizou-se apropriadamente a vírgula antes da conjunção e. Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.
Por ardilosa (L.21), só não se pode entender:
“Ora, as mazelas da imigração só podem ser resolvidas com a integração dos estrangeiros às sociedades, associada a uma enfática cooperação internacional, a fim de extrair da miséria e da desesperança a larga franja demográfica em que nascerá o futuro ser humano a expulsar.” (L.64-68) No trecho acima, há: