“Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”.
A respeito dos componentes e do sentido desse segmento do texto, é correto afirmar que:
“Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”.
A respeito dos componentes e do sentido desse segmento do texto, é correto afirmar que:
A frase abaixo em que o emprego do demonstrativo sublinhado está inadequado é:
“Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora”.
O texto pertence ao modo narrativo de organização discursiva, caracterizado pela evolução cronológica das ações. O segmento que comprova essa evolução é:
A frase abaixo que exemplifica uma incoerência é:
O título dado ao texto:
O primeiro parágrafo do texto 1 fala de um Plano de Contingência para o Trânsito; o termo “contingência” tem como melhor definição para o contexto:
O título dado ao texto 1 – Coordenação entre órgãos gestores – funciona como:
“Um Plano de Contingência para o Trânsito necessita de planejamento prévio para lidar com situações emergenciais”.
Nesse segmento do texto 1 há um problema de escritura; o problema está devidamente apontado em:
“Um Plano de Contingência para o Trânsito necessita de planejamento prévio para lidar com situações emergenciais e atuar em casos que venham a causar transtornos”.
Respeitando-se o paralelismo, as formas que podem substituir adequadamente as formas nominais sublinhadas são:
Entre os segmentos do texto 1 abaixo, aquele que se refere a uma ação potencial, e não real, é: