
A sentença do Texto I “Irmanados pela mesma maldição.” (l. 4-5) pode ser adequadamente substituída, sem alteração do sentido do texto, por

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O autor do Texto I não concorda com a comparação que Jorge Luis Borges faz entre “...imortalidade...” (l. 7) e “...pesadelo...” (l. 7), pois, para Francisco Bosco, o pesadelo

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Qual das afirmativas abaixo é correta em relação às aspas em “caso” (l. 24), “doença do sono” (l. 25) e “Isso é que é vida!” (l. 36), do Texto II?

Considere o seguinte trecho do Texto II:
“Nas conversas sobre o tema, costumo ser o único a não ter do que me queixar: sou bom de cama.” (l. 4-6)
Qual das sentenças abaixo mantém o mesmo sentido desta que foi destacada?



Qual afirmação NÃO mostra algo de comum entre os dois textos?



Um exemplo de linguagem informal é encontrado em

As “...importantes alterações.” (l... 2) a que se refere o autor são:

A reescritura da sentença “Embora nunca se tenha aposentado, já mostrava sinais de cansaço e era cada vez mais substituído,”(l. 5-6) só muda seu sentido em: