Considerem-se as duas primeiras frases do Texto II, transcritas abaixo.
“A viagem tem uma estruturalidade típica. Há a escolha do destino, uma finalidade antevista, uma partida e um retorno, um trajeto por lugares, um tempo de duração.” (l. 1-4)
A reescritura de ambas em um único período estaria coerente e teria pontuação correta em:
No Texto II, o trecho “perda das referências familiares” (l. 9) está associado à ideia de que a subjetividade de uma viagem “se abre ao desconhecido” (l. 8-9). Isso permite entender que a autora afirma ser possível que uma viagem faça alguém