Minha terra tão formosa,Cheia de tantos encantos.Onde a infância descuidosaVive sem dores nem prantos! Cravinhos! Linda terra,De pujantes cafezais,Que se perdem no horizontecomo imensos matagais! As manhãs de minha terra,Fartas de luz, de perfume,Como nenhuma outra encerra,Bem podem cantar os numes! E as noites enluaradasDe um céu coalhado de estrelasTais como contos de fadasNunca mais hei de esquecê-las! Oh! Meu Cravinhos tão querido!Tão meigo e belo torrão!Oh! Recanto estremecidoQue guardo em meu coração!
<Disponível emhttps://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&id=10302. Acesso em 20/01/2025> Os versos abaixo foram retirados do texto e colocados no plural. Assinale a alternativa em que há ao menos um erro gramatical (ortografia, acentuação, conc...
Língua Portuguesa
Problemas da língua culta
Por que- porque/ porquê/ por quê
Ano:
2025
Banca:
CETREDE
Leia o texto para responder à questão.
Esse poema é para quem?
As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades
Publicado em 17 de novembro de 2023 | Por Fabrício Carpinejar
O ciúme é falar sem pensar. É falhar sem pensar.
Se você tivesse se reservado o direito de meditar por alguns minutos, chegaria à conclusão de que não há nada de comprometedor no comportamento do outro. As aparências enganam. Sempre existe a nudez da verdade por baixo das casualidades. Eu diria até que o ciúme é mais preventivo do que real. Você o usa para sondar, para avisar, para advertir, nem tem aquela pretensão toda de desmascarar alguém. &n...
Língua Portuguesa
Problemas da língua culta
Acerca de- Há cerca de
Ano:
2025
Banca:
Instituto Consulplan
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.
O homem que sabia javanês
Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver. Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso. O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo: – Tens levad...