Questões sobre Pontuação

Língua Portuguesa - Pontuação - Universidade Federal do Paraná (UFPR) - 2020 - Câmara de Curitiba - PR - Técnico Administrativo

Assinale a alternativa corretamente pontuada, de acordo com a língua escrita padrão.
    A) Em 1957 o psicólogo B. F. Skinner da Universidade de Harvard, constatou que recompensas inconstantes que surgem de forma irregular, eram mais eficientes para condicionar o comportamento dos animais. O smartphone explora isso ao abrir um app, você nunca sabe quantas unidades de conteúdo (textos, fotos, vídeos, posts, mensagens) ele vai mostrar.
    B) Em 1957 o psicólogo B. F. Skinner, da Universidade de Harvard constatou que recompensas inconstantes – que surgem de forma irregular, eram mais eficientes para condicionar o comportamento dos animais; o smartphone explora isso, ao abrir um app, você nunca sabe quantas unidades de conteúdo (textos, fotos, vídeos, posts, mensagens) ele vai mostrar.
    C) Em 1957, o psicólogo B. F. Skinner, da Universidade de Harvard, constatou que recompensas inconstantes (que surgem de forma irregular) eram mais eficientes para condicionar o comportamento dos animais. O smartphone explora isso: ao abrir um app, você nunca sabe quantas unidades de conteúdo (textos, fotos, vídeos, posts, mensagens) ele vai mostrar.
    D) Em 1957, o psicólogo B. F. Skinner, da Universidade de Harvard, constatou que: recompensas inconstantes que surgem de forma irregular eram mais eficientes para condicionar o comportamento dos animais. O smartphone explora isso. Ao abrir um app você nunca sabe quantas unidades de conteúdo (textos, fotos, vídeos, posts, mensagens) ele vai mostrar.
    E) Em 1957 o psicólogo B. F. Skinner da Universidade de Harvard constatou que recompensas, inconstantes (que surgem de forma irregular), eram mais eficientes para condicionar o comportamento dos animais (o smartphone explora isso) ao abrir um app. Você nunca sabe quantas unidades de conteúdo (textos, fotos, vídeos, posts, mensagens) ele vai mostrar.
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Leia o texto, para responder às questões de números 11 a 17.

    Subi ao avião com indiferença, e como o dia não estava bonito, lancei apenas um olhar distraído a essa cidade do Rio de Janeiro e mergulhei na leitura de um jornal. Depois fiquei a olhar pela janela e não via mais que nuvens, e feias. Na verdade, não estava no céu; pensava coisas da terra, minhas pobres, pequenas coisas, uma aborrecida sonolência foi me dominando, até que uma senhora nervosa ao meu lado disse que “nós não podemos descer!” O avião já havia chegado a São Paulo, mas estava fazendo sua ronda dentro de um nevoeiro fechado, à espera de ordem para pousar. Procurei acalmar a senhora.
    Ela estava tão aflita que embora fizesse frio se abanava com uma revista. Tentei convencê-la de que não devia se abanar, mas acabei achando que era melhor que o fizesse. Ela precisava fazer alguma coisa, e a única providência que aparentemente poderia tomar naquele momento de medo era se abanar. Ofereci-lhe meu jornal dobrado, no lugar da revista, e ficou muito grata, como se acreditasse que, produzindo mais vento, adquirisse maior eficiência na sua luta contra a morte.
    Gastei cerca de meia hora com a aflição daquela senhora. Notando que uma sua amiga estava em outra poltrona, ofereci- -me para trocar de lugar, e ela aceitou. Mas esperei inutilmente que recolhesse as pernas para que eu pudesse sair de meu lugar junto à janela; acabou confessando que assim mesmo estava bem, e preferia ter um homem – “o senhor” – ao lado. Isto lisonjeou meu orgulho de cavalheiro: senti-me útil e responsável. Era por estar ali eu, um homem, que aquele avião não ousava cair. (Rubem Braga, Um braço de mulher. Os cem melhores contos brasileiros do século.)
Empregando aspas na passagem “nós não podemos descer”, o narrador sinaliza ao leitor que se trata
    A) de uma fala cuja autoria ele não identifica.
    B) da citação de uma obra de sua autoria.
    C) da fala literal da senhora nervosa a seu lado.
    D) de menção irônica dele à fala da senhora a seu lado.
    E) de transcrição indireta de uma dedução do leitor.
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Língua Portuguesa - Pontuação - GUALIMP - 2020 - Prefeitura de Quissamã - RJ - Medicina Cirurgia Vascular

Leia a tirinha abaixo:


O emprego da vírgula em “Venha depressa, doutor!” se justifica por:

    A) Isolar palavra explicativa.
    B) Indicar a elipse do verbo.
    C) Isolar o aposto.
    D) Isolar o vocativo.
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Língua Portuguesa - Pontuação - Fundação Carlos Chagas (FCC) - 2020 - AL-AP - Assistente Legislativo - Assistente Administrativo

Novas formas de vida?

     Uma forma radical de mudar as leis da vida é produzir seres completamente inorgânicos. Os exemplos mais óbvios são programas de computador e vírus de computador que podem sofrer evolução independente.

      O campo da programação genética é hoje um dos mais interessantes no mundo da ciência da computação. Esta tenta emular os métodos da evolução genética. Muitos programadores sonham em criar um programa capaz de aprender e evoluir de maneira totalmente independente de seu criador. Nesse caso, o programador seria um primum mobile, um primeiro motor, mas sua criação estaria livre para evoluir em direções que nem seu criador nem qualquer outro humano jamais poderiam ter imaginado.

    Um protótipo de tal programa já existe – chama-se vírus de computador. Conforme se espalha pela internet, o vírus se replica milhões e milhões de vezes, o tempo todo sendo perseguido por programas de antivírus predatórios e competindo com outros vírus por um lugar no ciberespaço. Um dia, quando o vírus se replica, um erro ocorre – uma mutação computadorizada. Talvez a mutação ocorra porque o engenheiro humano programou o vírus para, ocasionalmente, cometer erros aleatórios de replicação. Talvez a mutação se deva a um erro aleatório. Se, por acidente, o vírus modificado for melhor para escapar de programas antivírus sem perder sua capacidade de invadir outros computadores, vai se espalhar pelo ciberespaço. Com o passar do tempo, o ciberespaço estará cheio de novos vírus que ninguém produziu e que passam por uma evolução inorgânica.

     Essas são criaturas vivas? Depende do que entendemos por “criaturas vivas”. Mas elas certamente foram criadas a partir de um novo processo evolutivo, completamente independente das leis e limitações da evolução orgânica.

(Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens, Uma breve história da humanidade.Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 38. ed,, 2018, p. 419-420). 

A pontuação está inteiramente adequada no seguinte enunciado:
    A) Vista como forma radical, de evolução inorgânica, a propagação de vírus, é um fato da computação.
    B) Ao falar do conceito de vida, o autor do texto, previne que seria preciso alargá-lo, tendo em vista: o que a ciência tem evoluído.
    C) Pergunta-se se seria possível chamar também de vida, essas novas formas mutantes, de vírus de computador?
    D) O autor do texto inteira-nos, do desenvolvimento de certos vírus, que constituem um processo que se dá, inteiramente à margem do nosso controle.
    E) Não deixa de ser assustadora a possibilidade de que nós, criaturas orgânicas, sejamos capazes de, a certa altura, concorrermos para uma evolução inorgânica.
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Língua Portuguesa - Pontuação - Instituto Quadrix - 2020 - CRMV-AM - Serviços Gerais

      

Com relação a aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item.


A inserção de vírgula após o termo “espécies” (linha 25) não prejudicaria a correção gramatical do texto e serviria para destacar o sujeito da oração.

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Língua Portuguesa - Pontuação - INSTITUTO AOCP - 2020 - Prefeitura de Cariacica - ES - Fiscal de Tributos Municipais

Assinale a alternativa que apresenta uma explicação INCORRETA quanto ao emprego da vírgula.
    A) Em “No fim de 2016, a American Academy of Pediatrics divulgou um estudo bem amplo sobre os efeitos das mídias digitais (...).”, a vírgula foi utilizada para marcar inversão na posição do adjunto adverbial para o início da oração.
    B) No excertoFaltava, entretanto, comprovação científica.”, tal sinal de pontuação foi empregado para marcar a intercalação da conjunção “entretanto”.
    C) Em “O uso mal administrado de smartphones ajuda a criar um ambiente de emergência permanente, transforma problemas gerenciáveis em incêndios ameaçadores e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos (...)”, a vírgula foi utilizada para separar orações coordenadas assindéticas.
    D) No excerto “(...) Jean M. Twenge, professora de psicologia na Universidade Estadual de San Diego, alertou sobre o risco de uma crise mental iminente afetando crianças e adolescentes. (...)”, as vírgulas foram empregadas para isolar um vocativo.
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Língua Portuguesa - Pontuação - Instituto Quadrix - 2020 - CRMV-AM - Serviços Gerais

      

Com relação a aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item.


A retirada da vírgula que se encontra após o termo “aves” (linha 23) não prejudicaria a correção gramatical nem alteraria o sentido do texto.

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Língua Portuguesa - Pontuação - INSTITUTO AOCP - 2020 - Prefeitura de Cariacica - ES - Assistente de CMEI I

                           Cachorrinhos quase humanos

                                                                                                            Clara Braga


      Observei que ultimamente o termo “pais de pets” tem se popularizado e eu acho isso muito legal! Eu mesma me considero mãe de pet, tenho uma cadelinha linda, que é uma companheira da família, principalmente do meu filho.

      Mas, uma coisa me preocupou em relação a algumas pessoas com quem conversei nos últimos dias. Não foi uma ou duas, foram algumas várias pessoas que compartilharam do mesmo pensamento. Todas disseram que decidiram ter um cachorro ou um gato para ver se levavam jeito para serem pais e, então, decidirem se teriam ou não filhos humanos!

     Lembrei-me do dia que minha cadelinha chegou em casa: coloquei água, ração, deixei um brinquedinho à disposição e fui trabalhar. Então, lembrei-me de quando meu filho chegou: choro de 3 em 3 horas, peito rachado por causa da amamentação, pacotes e mais pacotes de fraldas e, para sair de casa, parecia que estávamos de mudança. Lembrei-me das cólicas que minha cadela nunca teve, das febres altas e viroses que ela nunca experimentou, dos quilos de roupas golfadas que nunca precisei lavar dela e dos banhos que são apenas semanais e não diários! 

      A gente ama os pets como se fossem filhos, eles são da família, aparecem nas fotos de natal, têm seu próprio book, dormem na nossa cama, estão sempre do nosso lado, se ficam doentes, a gente sofre, mas mesmo doentes não dão o trabalho que uma criança dá!

      Comparar as situações é injusto até com o pet, já que ele também não sabe se está preparado para a chegada de um mini humano. Só o pet sabe o que é ter seu rabo puxado constantemente, ver seu pote de água sendo virado, ver brinquedos espalhados no chão e não poder brincar, enfim, aposto que eles também têm suas dúvidas!

      E sabe quem mais tem dúvida? Quem já é pai e mãe, pois eles sabem que tudo que funcionou com um pode não funcionar com o segundo, então bate o pânico de novo! Ou seja, nada se compara a ter um filho, nem ter um filho!

      Verdade seja dita, nós nunca estamos preparados, contudo damos um jeito. Depois de um dia difícil, segurar seu filho no colo, ganhar um beijo e um sorriso, faz você entender todo o resto. Não te faz esquecer, não te deixa menos cansado, não faz você levantar e sair cantando e dançando como se estivesse em um musical, mas faz você entender, principalmente se junto você tiver seu pet pronto para também ganhar e dar carinho para todo mundo.


Adaptado de: http//www.cronicadodia.com.br/2019/12/cachorrinhos-quase-humanos-clara-braga.html. Acesso em: 10 dez. 2019.

Assinale a alternativa que apresenta o motivo pelo qual a vírgula foi utilizada no trecho “Não te faz esquecer, não te deixa menos cansado...”.
    A) Isolar uma adjunto adverbial que está no início da frase.
    B) Separar orações coordenadas, ou seja, que não dependem uma da outra para que tenham sentido completo.
    C) Marcar a omissão de um termo essencial para o entendimento do trecho.
    D) Dividir orações subordinadas, isto é, que dependem uma da outra para serem compreendidas.
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Assinale a alternativa em que a pontuação está correta.
  • A. Precisando de auxílio, não hesite em chamar.
  • B. Precisando de auxílio não, hesite em chamar.
  • C. Precisando de auxílio, não hesite, em chamar.
  • D. Precisando de auxílio, não hesite em, chamar.
  • E. Precisando, de auxílio, não hesite em chamar.
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No texto 1A1-I, o emprego de vírgulas para isolar as expressões “adotado no país” (l.22) e “embora se pareça com o IVA” (l. 23 e 24) é
  • A. facultativo em ambas as expressões.
  • B. obrigatório apenas na primeira expressão.
  • C. apenas uma escolha estilística do autor.
  • D. justificado por regras distintas de pontuação.
  • E. necessário devido ao deslocamento dessas expressões dentro do período.
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