O conhecimento científico é muito frequentemente associado à formação escolar. Por conta disso, existe uma tendência a restringir o conhecimento oferecido pela ciência a determinadas esferas da vida. Nada mais limitante. A ciência versa sobre a maioria dos assuntos relacionados à nossa existência, inclusive aqueles raramente associados ao tema. A má compreensão da abrangência da ciência leva a outras questões, como o argumento de que o conhecimento científico deixa a beleza do universo diminuída, fria, distante, pois a fragmenta e a torna asséptica. Isso pode ajudar a explicar por que as pessoas raramente associam o estudo de um assunto como o amor à ciência. Uma eventual concepção de incompatibilidade entre o conhecimento científico e os mais diferentes temas qu...
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Q862288
Texto 1A1-II
O conhecimento científico é muito frequentemente associado à formação escolar. Por conta disso, existe uma tendência a restringir o conhecimento oferecido pela ciência a determinadas esferas da vida. Nada mais limitante. A ciência versa sobre a maioria dos assuntos relacionados à nossa existência, inclusive aqueles raramente associados ao tema. A má compreensão da abrangência da ciência leva a outras questões, como o argumento de que o conhecimento científico deixa a beleza do universo diminuída, fria, distante, pois a fragmenta e a torna asséptica. Isso pode ajudar a explicar por que as pessoas raramente associam o estudo de um assunto como o amor à ciência. Uma eventual concepção de incompatibilidade entre o conhecimento científico e os mais diferentes temas qu...
O conhecimento científico é muito frequentemente associado à formação escolar. Por conta disso, existe uma tendência a restringir o conhecimento oferecido pela ciência a determinadas esferas da vida. Nada mais limitante. A ciência versa sobre a maioria dos assuntos relacionados à nossa existência, inclusive aqueles raramente associados ao tema. A má compreensão da abrangência da ciência leva a outras questões, como o argumento de que o conhecimento científico deixa a beleza do universo diminuída, fria, distante, pois a fragmenta e a torna asséptica. Isso pode ajudar a explicar por que as pessoas raramente associam o estudo de um assunto como o amor à ciência. Uma eventual concepção de incompatibilidade entre o conhecimento científico e os mais diferentes temas qu...
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Q862285
Texto 1A2-I
Este artigo questiona a informação histórica de que o Brasil se insere na modernidade-mundo, o chamado “mundo moderno”, através da realização da Semana de Arte Moderna de 1922. Tal inserção se daria, na verdade, pela construção do samba moderno a partir da ótica artística de Pixinguinha (1897-1973), em especial pela sua excursão com os Oito Batutas pela França, em 1921, patrocinada pelo multimilionário Arnaldo Guinle (1884-1963), apesar das críticas negativas de cunho racista dos cadernos culturais da época. O samba de Pixinguinha é resultante do amálgama das expressões culturais e religiosas afro-brasileiras e das trocas de experiências culturais entre diferentes expressões culturais que começavam a circular pelo mundo, de maneira mais ampla e rápida, graças às o...
Este artigo questiona a informação histórica de que o Brasil se insere na modernidade-mundo, o chamado “mundo moderno”, através da realização da Semana de Arte Moderna de 1922. Tal inserção se daria, na verdade, pela construção do samba moderno a partir da ótica artística de Pixinguinha (1897-1973), em especial pela sua excursão com os Oito Batutas pela França, em 1921, patrocinada pelo multimilionário Arnaldo Guinle (1884-1963), apesar das críticas negativas de cunho racista dos cadernos culturais da época. O samba de Pixinguinha é resultante do amálgama das expressões culturais e religiosas afro-brasileiras e das trocas de experiências culturais entre diferentes expressões culturais que começavam a circular pelo mundo, de maneira mais ampla e rápida, graças às o...
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Q862282
O termo “dado de pesquisa” tem uma amplitude de significados que vão se transformando de acordo com domínios científicos específicos, objetos de pesquisas, metodologias de geração e coleta de dados e muitas outras variáveis. Pode ser o resultado de um experimento realizado em um ambiente controlado de laboratório, um estudo empírico na área de ciências sociais ou a observação de um fenômeno cultural ou da erupção de um vulcão em um determinado momento e lugar. Dados digitais de pesquisa ocorrem na forma de diferentes tipos de dados, como números, figuras, vídeos, softwares; com diferentes níveis de agregação e de processamento, como dados crus ou primários, dados intermediários e dados processados e integrados; e em diferentes formatos de arquivos e mídias. Essa diversidade, que vai sendo...
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Q862169
Analise o texto abaixo para responder a questão:
Devolva-Me
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim será melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Deixe-me sozinho Porque assim Eu viverei em paz Quero que sejas bem feliz Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim vai ser melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Devolva-me! Devolva-me! Renato Barros e Lilian Knapp O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
Devolva-Me
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim será melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Deixe-me sozinho Porque assim Eu viverei em paz Quero que sejas bem feliz Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim vai ser melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Devolva-me! Devolva-me! Renato Barros e Lilian Knapp O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
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Q862149

Disponível em: www.br.pinterest.com
Acesso:12/02/2021.
1. As estações do ano são empregadas num sentido figurado para se referir aos distintos momentos da vida. 2. É possível inferir que o eu lírico se encontra no início do processo de degenerescência, característica outonal. 3. O eu lírico revela pusilanimida...
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Q862138
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:
Devolva-Me
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim será melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Deixe-me sozinho Porque assim Eu viverei em paz Quero que sejas bem feliz Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim vai ser melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Devolva-me! Devolva-me!
Renato Barros e Lilian Knapp O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
Devolva-Me
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim será melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Deixe-me sozinho Porque assim Eu viverei em paz Quero que sejas bem feliz Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim vai ser melhor, meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, não sei Mas se tiver, devolva-me! Devolva-me! Devolva-me!
Renato Barros e Lilian Knapp O eu-lírico da canção fala diretamente a um hipotético leitor. Ele faz isso para:
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Q862117
Analise o texto abaixo para responder a questão:
Devolva-Me
Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
...
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Q862063
Medo da eternidade


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
A narradora do texto experimenta um sentimento de perplexidade diante da ideia de eternidade.
Esse sentimento se revela, explicitamente, no seguinte trecho:


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
A narradora do texto experimenta um sentimento de perplexidade diante da ideia de eternidade.
Esse sentimento se revela, explicitamente, no seguinte trecho:
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Q862062
Medo da eternidade


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
No trecho “Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!” (l. 54-55), o segundo período apresenta, em relação à informação explicitada no primeiro, uma noção de


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
No trecho “Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!” (l. 54-55), o segundo período apresenta, em relação à informação explicitada no primeiro, uma noção de
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Q862054
Medo da eternidade


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
No texto, a narradora suscita a reflexão acerca da eternidade a partir da


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.
No texto, a narradora suscita a reflexão acerca da eternidade a partir da