111 Q1132410
Língua Portuguesa Morfologia Interpretação de Textos Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação + 1
Ano: 2025
Banca: AGIRH

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


...

112 Q1132409
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: AGIRH

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


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113 Q1132401
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Figuras de Linguagem
Ano: 2025
Banca: AGIRH

Qual a figura de linguagem temos com a frase: O aluno faltou com a verdade? 

114 Q1132278
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: AGIRH

Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.



Eterna mágoa


O homem por sobre quem caiu a praga

Da tristeza do Mundo, o homem que é triste

Para todos os séculos existe

E nunca mais o seu pesar se apaga!


Não crê em nada, pois, nada há que traga

Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.

Quer resistir, e quanto mais resiste

Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.


Sabe que sofre, mas o que não sabe

E que essa mágoa infinda assim não cabe

Na sua vida, é que essa mágoa infinda


Transpõe a vida do seu corpo inerme;

E quando esse homem se transforma em verme

É essa mág...

115 Q1132277
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: AGIRH

Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.



Eterna mágoa


O homem por sobre quem caiu a praga

Da tristeza do Mundo, o homem que é triste

Para todos os séculos existe

E nunca mais o seu pesar se apaga!


Não crê em nada, pois, nada há que traga

Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.

Quer resistir, e quanto mais resiste

Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.


Sabe que sofre, mas o que não sabe

E que essa mágoa infinda assim não cabe

Na sua vida, é que essa mágoa infinda


Transpõe a vida do seu corpo inerme;

E quando esse homem se transforma em verme

É essa mág...

116 Q1132224
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)

“As lisonjas vãs têm porta aberta nos ouvidos”.


Com essa frase, o escritor Martin de Roa quer mostrar que

117 Q1132223
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Assinale a frase abaixo que mostra uma oposição de sentido entre dois termos (antônimos).
118 Q1132214
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Assinale a opção que indica a frase abaixo que mostra incoerência.
119 Q1132213
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Observe o seguinte diálogo:
Olhando um local de assistência social:
(P1) Olha, aqui dão os carnês de doações para a organização dos Médicos sem Fronteiras.
(P2) Ah, é aqui que os médicos sabem para onde vão?

Assinale a opção que indica a observação correta sobre o significado e a estruturação desse pequeno diálogo.
120 Q1132195
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Avança SP
Leia o texto a seguir para responder à questão. 
A tarde 
    Desde cedo soprara tão forte o noroeste com seu cheiro de mar, com seu ímpeto de espumas e de cavalos empinados, mas ele amainou antes do fim da tarde, e a tarde de repente ficou mansa. Tão mansa que as pessoas mais distraídas que iam pelas ruas tiveram a impressão de ouvir, no meio de todos os ruídos urbanos, um pequeno silêncio – que era um sinal de sossego. 
     As nuvens começaram a se mover devagar, e eram leves e brancas, e era como se a tarde tivesse pena da cidade e de sua aflição e quisesse dizer aos homens: “eu sou vossa mãe e vossa irmã e estou aqui; tende calma”. Então me deu uma grande calma, porque eu ouvi essa mansa voz da tarde; ouvi e obedeci. 
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