
“(...) E logo um peixe feio como traíra, ISSO é que era o mais engraçado.(...)” O emprego do demonstrativo ISSO se deve ao fato de:

“(...) E logo um peixe feio como traíra, ISSO é que era o mais engraçado.(...)” O emprego do demonstrativo ISSO se deve ao fato de:

A alternativa em que tanto o pronome possessivo como o demonstrativo em destaque se referem, não a elemento que pertence ao texto, mas a elemento pertencente ao universo fora dele é a seguinte:

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os itens que se seguem.
O emprego do pronome possessivo “nossa/nosso” (l.14, 16, 18, 20) consiste em recurso discursivo que, entre outras finalidades, busca incluir e envolver o leitor/ouvinte no texto.

Fazendo-se as adaptações necessárias, o segmento grifado está corretamente substituído por um pronome em:
Certos poemas de Manuel Bandeira versam sobre a vida de pessoas ...... precária condição econômica é determinante para a vida que levam.
Preenche corretamente a lacuna da frase acima:
A morte? Nós tememos a morte, e não porque conheçamos a morte: é justamente por ignorar os segredos da morte que ela nos atormenta.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de limpeza.
Substituindo os elementos sublinhados pelos pronomes correspondentes, a frase ficará:
Com base na leitura do texto acima, julgue os itens seguintes.
Ao se substituir a expressão “quem circula” (l.9) por aqueles que circulam, a informação original seria alterada e a correção gramatical do período, prejudicada.

Julgue os itens seguintes, relativos ao texto acima.
A expressão pronominal “em que” (l.8) poderia ser substituída corretamente pelo pronome cuja.

“A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos.” (l. 2-3)
Nós nos acostumamos a morar em apartamentos de fundos.
A troca de pronomes também respeita as regras de concordância estabelecidas na norma-padrão em: