De acordo com o ponto de vista do enunciador do Texto I, o preconceito sustenta-se, dentre outros aspectos, na(o)
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Q473980
De acordo com o ponto de vista do enunciador do Texto I, o preconceito sustenta-se, dentre outros aspectos, na(o)
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Q473978
No Texto I, nas expressões “serviço de branco” (l. 3) e “mesmo sendo negras” (l. 5), o uso das aspas visa a
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Q473976
Em “Um garoto negro termina um serviço que lhe havia sido solicitado e, orgulhosamente, garante ter feito ‘serviço de branco’” (l. 1-3, Texto I), o uso do advérbio destacado
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Q473974
No Texto I, o uso do travessão em “Como dizia um conhecido — para meu horror e indiferença dos demais participantes da conversa:” (l. 7-9) constitui recurso argumentativo, uma vez que
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Q473972
No primeiro parágrafo do Texto I, o enunciador estabelece um diálogo com a fala de outrem, que é “Não tenho nada contra o negro ou nordestino, desde que saibam seu lugar” (l. 9-11), constituindo uma relação de
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Q473970
A palavra Assim articula os dois primeiros períodos do terceiro parágrafo do Texto I.
No contexto, esse conector estabelece uma relação de causa e efeito entre um(a)
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Q473968
Em ambas as ocorrências, a palavra destacada em “É convicto de sua superioridade racial, por não ser negro, e de sua superioridade cultural, por não ser nordestino.” (l. 33-35) introduz uma oração com valor semântico de
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Q473966
Uma reescritura do trecho “o preconceito é tão forte que acaba assimilado pela própria vítima” (l. 41-42), que não traz prejuízo à clareza e à veiculação das informações contidas, está em:
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Q473964
No trecho do Texto I “o conceito de minoria é ideológico, socialmente elaborado e não aritmeticamente constituído.” (l. 47-49), as palavras em destaque, ao modificarem as formas adjetivas elaborado e constituído, apontam para um(a)
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Q473962
Dentre as palavras empregadas no título e no subtítulo do Texto II, o substantivo que evidencia o jogador Tinga como vítima de preconceito é