16951 Q876682
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura grande e rasa. No primeiro plano Uma casa. À direita da casa outra casa. À esquerda da casa outra casa. Lá no fundo da casa outra casa. Em frente da casa uma vala: onde escorre a lama doutra casa.
E no chão da casa outra vala: onde escorre o esgoto doutra casa. Esta casa que eu vejo não se casa com o que chamamos uma casa. Pois as paredes são Esburacadas onde passam aranhas e baratas.
E os telhados são folhas de zinco. E podem cair a qualquer vento. E matar a mulher que mora dentro. E matar a criança que está dentro da mulher que mora nessa casa. Ou da mulher que mora noutra casa.
É preciso pintar outra gravura com casas de argamassa na paisagem.
Crianças cantando a segurançada vida construída à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reyn...
16952 Q876681
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura grande e rasa. No primeiro plano Uma casa. À direita da casa outra casa. À esquerda da casa outra casa. Lá no fundo da casa outra casa. Em frente da casa uma vala: onde escorre a lama doutra casa.
E no chão da casa outra vala: onde escorre o esgoto doutra casa. Esta casa que eu vejo não se casa com o que chamamos uma casa. Pois as paredes são Esburacadas onde passam aranhas e baratas.
E os telhados são folhas de zinco. E podem cair a qualquer vento. E matar a mulher que mora dentro. E matar a criança que está dentro da mulher que mora nessa casa. Ou da mulher que mora noutra casa.
É preciso pintar outra gravura com casas de argamassa na paisagem.
Crianças cantando a segurançada vida construída à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reyn...
16953 Q876680
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura grande e rasa. No primeiro plano Uma casa. À direita da casa outra casa. À esquerda da casa outra casa. Lá no fundo da casa outra casa. Em frente da casa uma vala: onde escorre a lama doutra casa.
E no chão da casa outra vala: onde escorre o esgoto doutra casa. Esta casa que eu vejo não se casa com o que chamamos uma casa. Pois as paredes são Esburacadas onde passam aranhas e baratas.
E os telhados são folhas de zinco. E podem cair a qualquer vento. E matar a mulher que mora dentro. E matar a criança que está dentro da mulher que mora nessa casa. Ou da mulher que mora noutra casa.
É preciso pintar outra gravura com casas de argamassa na paisagem.
Crianças cantando a segurançada vida construída à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reyn...
16954 Q876679
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura grande e rasa. No primeiro plano Uma casa. À direita da casa outra casa. À esquerda da casa outra casa. Lá no fundo da casa outra casa. Em frente da casa uma vala: onde escorre a lama doutra casa.
E no chão da casa outra vala: onde escorre o esgoto doutra casa. Esta casa que eu vejo não se casa com o que chamamos uma casa. Pois as paredes são Esburacadas onde passam aranhas e baratas.
E os telhados são folhas de zinco. E podem cair a qualquer vento. E matar a mulher que mora dentro. E matar a criança que está dentro da mulher que mora nessa casa. Ou da mulher que mora noutra casa.
É preciso pintar outra gravura com casas de argamassa na paisagem.
Crianças cantando a segurançada vida construída à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reyn...
16955 Q876678
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura grande e rasa. No primeiro plano Uma casa. À direita da casa outra casa. À esquerda da casa outra casa. Lá no fundo da casa outra casa. Em frente da casa uma vala: onde escorre a lama doutra casa.
E no chão da casa outra vala: onde escorre o esgoto doutra casa. Esta casa que eu vejo não se casa com o que chamamos uma casa. Pois as paredes são Esburacadas onde passam aranhas e baratas.
E os telhados são folhas de zinco. E podem cair a qualquer vento. E matar a mulher que mora dentro. E matar a criança que está dentro da mulher que mora nessa casa. Ou da mulher que mora noutra casa.
É preciso pintar outra gravura com casas de argamassa na paisagem.
Crianças cantando a segurançada vida construída à sua imagem.
JOANA EM FLOR, Reyn...
16956 Q876677
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
Coração numeroso
Foi no Rio.Eu passava na Avenida quase meia-noite.Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelasinumeráveis.Havia uma promessa do mare bondes tilintavam,abafando o calorque soprava no ventoe o vento vinha de Minas.
Meus paralíticos sonhos desgosto de viver(a vida para mim é desejo de morrer)faziam de mim homem-realejo imperturbavelmentena Galeria Cruzeiro quente quentee como não conhecia, ninguém a não ser o doce ventomineiro,nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos comISSO.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos estendidos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram.
O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A ...
16957 Q876676
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
Coração numeroso
Foi no Rio.Eu passava na Avenida quase meia-noite.Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelasinumeráveis.Havia uma promessa do mare bondes tilintavam,abafando o calorque soprava no ventoe o vento vinha de Minas.
Meus paralíticos sonhos desgosto de viver(a vida para mim é desejo de morrer)faziam de mim homem-realejo imperturbavelmentena Galeria Cruzeiro quente quentee como não conhecia, ninguém a não ser o doce ventomineiro,nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos comISSO.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos estendidos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram.
O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A ...
16958 Q876675
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX
Coração numeroso
Foi no Rio.Eu passava na Avenida quase meia-noite.Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelasinumeráveis.Havia uma promessa do mare bondes tilintavam,abafando o calorque soprava no ventoe o vento vinha de Minas.
Meus paralíticos sonhos desgosto de viver(a vida para mim é desejo de morrer)faziam de mim homem-realejo imperturbavelmentena Galeria Cruzeiro quente quentee como não conhecia, ninguém a não ser o doce ventomineiro,nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos comISSO.

Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos estendidos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram.
O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A ...
16959 Q876674
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX

Analisando os elelmentos verbais e não verbais da tirinha acima, pode-se afirmar que o efeito de humor presente nela se dá, de forma mais decisiva, principalmente:
16960 Q876673
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: CONTEMAX


O vocábulo “super-herói” está corretamente grafado, segundo as normas gramaticais. O mesmo NÃO ocorre na opção: