1591 Q1114608
Língua Portuguesa Fonologia Divisão Silábica
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

Eu te amo… não diz tudo!



Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?

A demonstração de amor requer mais do que beijos e palavras.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida.

Que zela pela sua felicidade,

Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo.

Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,

E que dá uma sacudida em você quando for preciso.

Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás.

...
1592 Q1114587
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

[ritual] 



   Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

   Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

   Toalha e calor.

   Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

  Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

   Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

...
1593 Q1114586
Língua Portuguesa Morfologia Morfologia - Verbos Advérbios + 1
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

[ritual] 



   Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

   Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

   Toalha e calor.

   Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

  Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

   Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

...
1594 Q1114585
Língua Portuguesa Fonologia Divisão Silábica
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

[ritual] 



   Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

   Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

   Toalha e calor.

   Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

  Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

   Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

...
1595 Q1114584
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

[ritual] 



   Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

   Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

   Toalha e calor.

   Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

  Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

   Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

...
1596 Q1114583
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan

[ritual] 



   Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

   Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

   Toalha e calor.

   Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

  Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

   Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

...
1597 Q1114582
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan
O pombo

    Vinícius de Moraes contava ter ouvido de uma sua tia-avó, senhora idosa muito boazinha, que um dia ela estava na sala de jantar, em sua casa do interior, quando um lindo pombo pousou na janela. A senhora foi se aproximando devagar e conseguiu pegar a ave. Viu então que em uma das patas havia um anel metálico onde estavam escritas umas coisas.     – Era um pombo-correio, titia. Pois é. Era muito bonitinho e mansinho mesmo. Eu gosto muito de pombo.     – E o que foi que a senhora fez?     A senhora olhou Vinícius com ar de surpresa, como se a pergunta lhe parecesse pueril: – Comi, uai.

(BRAGA, Rubem, O Recado de Primavera, Rio de Janeiro, Editora Record, 1984.) No trecho “A senho...
1598 Q1114581
Língua Portuguesa Morfologia - Pronomes
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan
O pombo

    Vinícius de Moraes contava ter ouvido de uma sua tia-avó, senhora idosa muito boazinha, que um dia ela estava na sala de jantar, em sua casa do interior, quando um lindo pombo pousou na janela. A senhora foi se aproximando devagar e conseguiu pegar a ave. Viu então que em uma das patas havia um anel metálico onde estavam escritas umas coisas.     – Era um pombo-correio, titia. Pois é. Era muito bonitinho e mansinho mesmo. Eu gosto muito de pombo.     – E o que foi que a senhora fez?     A senhora olhou Vinícius com ar de surpresa, como se a pergunta lhe parecesse pueril: – Comi, uai.

(BRAGA, Rubem, O Recado de Primavera, Rio de Janeiro, Editora Record, 1984.) Observe o trecho ...
1599 Q1114580
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan
Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.     Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.     Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim on...
1600 Q1114579
Língua Portuguesa Ortografia Acentuação gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
Ano: 2025
Banca: Instituto Consulplan
Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.     Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.     Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim on...