111 Q1052485
Língua Portuguesa Flexão verbal de número (singular, plural) Morfologia - Verbos
Ano: 2022
Banca: FUNCERN
TEXTO
Quem tem medo da liberdade de expressão?
Alexandre Cruz
    Com o advento das redes sociais, debates sobre os limites da liberdade de expressão têm ganhado força na sociedade brasileira e, com a proximidade das eleições de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou no baile. Sob argumento de que notícias e opiniões falsas ou desinformativas podem causar danos a grupos sociais ou até mesmo interferir no resultado final de uma eleição, aumenta-se perigosamente o apoio à formulação de uma espécie de "index prohibitorum" digital, contendo palavras e opiniões que devem ser previamente censuradas sob o risco potencial de causar danos sociais ou eleitorais.     O Youtube, por exemplo, já filtra palavras que não podem ser ditas, podendo gerar a desmonetização de um vídeo...
112 Q868180
Língua Portuguesa Sintaxe Interpretação de Textos Concordância verbal, Concordância nominal + 3
Ano: 2021
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Texto 1A18-I
    Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a expli...
113 Q865381
Língua Portuguesa Sintaxe Morfologia Artigos + 10
Ano: 2021
Banca: IDCAP

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE

(1o§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade. (2o§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3o§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4o§) Mas quando ela novamente se agigantou,...

114 Q865255
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) Flexão verbal de número (singular, plural) + 2
Ano: 2021
Banca: Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (IESES)

Para responder à questão, leia o seguinte trecho:

Uma das nossas maiores falhas e causas da infelicidade que sentimos provém de considerarmos difícil perceber o que sempre está ao nosso redor. Sofremos _____ não vemos o valor do que está diante de nós e suspiramos, muitas vezes injustamente, pelas atrações imaginárias de outro lugar. Em parte, esse problema é causado pela nossa presteza em nos acostumarmos às coisas: somos especialistas na arte de se habituar.

A arte é um recurso que permite retornarmos a uma concepção mais precisa do que é valioso ao operar contra o hábito e...

115 Q865165
Língua Portuguesa Sintaxe Concordância verbal, Concordância nominal Morfologia - Verbos + 2
Ano: 2021
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Leia o texto Pega ou não pega para responder à questão.
    Se alguém sabe, me conte quando é que começou essa moda do Dia dos Namorados. Há pouco tempo, passou o Dia da Aeromoça. Há aqui uma discriminação. Pois se há aeromoço, por que não dizer Dia dos Aeromoços? No plural. De resto, essa palavra “aeromoço” está caindo em desuso. A tendência é dizer comissário de bordo. Em Portugal, diz-se “hospedeira do ar”. Influência do francês: “hôtesse de l’air”. O americano é mais prático: “steward”. Substantivo comum de dois gêneros.     É o tipo da palavra, aeromoço, que poderá um dia figurar num dicionário com a data de sua criação. O neologismo foi bem recebido. Acho que foi o poeta Paulo Bonfim quem sugeriu o Dia da Aeromoça. Manuel Bandeira logo aderiu e escreveu um “Discurso em louvor da ...
116 Q865141
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) Flexão verbal de número (singular, plural) + 1
Ano: 2021
Banca: Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (IESES)
Para responder à questão, leia o seguinte trecho:
Uma das nossas maiores falhas e causas da infelicidade que sentimos provém de considerarmos difícil perceber o que sempre está ao nosso redor. Sofremos _____ não vemos o valor do que está diante de nós e suspiramos, muitas vezes injustamente, pelas atrações imaginárias de outro lugar. Em parte, esse problema é causado pela nossa presteza em nos acostumarmos às coisas: somos especialistas na arte de se habituar. A arte é um recurso que permite retornarmos a uma concepção mais precisa do que é valioso ao operar contra o hábito e nos convidar a redimensionar o que amamos ou admiramos. (Alain de Botton e John Armstrong. “Arte como terapia”. Adaptado. 2014, p.59).  Considerando a classe gramatical dos verbos, leia as assertivas: I. O verbo “...
117 Q865101
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) Flexão verbal de número (singular, plural) + 2
Ano: 2021
Banca: Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (IESES)
Para responder à questão, leia o seguinte trecho:
Uma das nossas maiores falhas e causas da infelicidade que sentimos provém de considerarmos difícil perceber o que sempre está ao nosso redor. Sofremos _____ não vemos o valor do que está diante de nós e suspiramos, muitas vezes injustamente, pelas atrações imaginárias de outro lugar. Em parte, esse problema é causado pela nossa presteza em nos acostumarmos às coisas: somos especialistas na arte de se habituar. A arte é um recurso que permite retornarmos a uma concepção mais precisa do que é valioso ao operar contra o hábito e nos convidar a redimensionar o que amamos ou admiramos. (Alain de Botton e John Armstrong. “Arte como terapia”. Adaptado. 2014, p.59).  Considerando a classe gramatical dos verbos, leia as assertivas: I. O verbo “...
118 Q865061
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) Flexão verbal de número (singular, plural) + 2
Ano: 2021
Banca: Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (IESES)
Para responder à questão, leia o seguinte trecho:
Uma dasnossas maiores falhas e causas da infelicidade que sentimos provém de considerarmos difícil perceber o que sempre está ao nosso redor. Sofremos _____ não vemos o valor do que está diante de nós e suspiramos, muitas vezes injustamente, pelas atrações imaginárias de outro lugar. Em parte, esse problema é causado pela nossa presteza em nos acostumarmos às coisas: somos especialistas na arte de se habituar. A arte é um recurso que permite retornarmos a uma concepção mais precisa do que é valioso ao operar contra o hábito e nos convidar a redimensionar o que amamos ou admiramos. (Alain de Botton e John Armstrong. “Arte como terapia”. Adaptado. 2014, p.59).  Considerando a classe gramatical dos verbos, leia as assertivas: I. O verbo “h...
119 Q864100
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) + 2
Ano: 2021
Banca: CONSULTEC
Alternativa que corresponde ao emprego correto do verbo cantar na segunda pessoa do plural do pretérito imperfeito
120 Q863593
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) + 2
Ano: 2021
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Texto 1A1-I
  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.    Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por ou...