Leia o texto para responder à questão.
Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais trabalhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca. “Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecâ...
A história da pandemia ainda está sendo escrita, mas nela já estão garantidos os lugares honrosos de Sarah Gilbert, a chefe da equipe que desenvolveu a vacina de Oxford; Katalin Karikó, a cientista húngara que passou a vida pesquisando o uso terapêutico de moléculas do código genético, o método utilizado nas vacinas da Pfizer e da Moderna; e Kate Bingham, a especialista em novos remédios que coordenou a bem-sucedida campanha de vacinação no Reino Unido. Nenhuma delas, obviamente, se faz de vítima ou acha que merece mérito especial por ser mulher, embora a condição feminina tenha seu peso. (Vilma Gryzinski. Revista Veja. “Três Mulheres”. Adaptado. 07 de abril de 2021. Edição nº 2732.)
Com base nos aspectos morfológicos e de acentuação...
A história da pandemia ainda está sendo escrita, mas nela já estão garantidos os lugares honrosos de Sarah Gilbert, a chefe da equipe que desenvolveu a vacina de Oxford; Katalin Karikó, a cientista húngara que passou a vida pesquisando o uso terapêutico de moléculas do código genético, o método utilizado nas vacinas da Pfizer e da Moderna; e Kate Bingham, a especialista em novos remédios que coordenou a bem-sucedida campanha de vacinação no Reino Unido. Nenhuma delas, obviamente, se faz de vítima ou acha que merece mérito especial por ser mulher, embora a condição feminina tenha seu peso.(Vilma Gryzinski. Revista Veja. “Três Mulheres”. Adaptado. 07 de abril de 2021. Edição nº 2732.) Com base nos aspectos morfológicos e de acentuação de vocá...
Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por ou...
Texto para as questão.
MS determina novas restrições para frear o avanço da covid-19

Internet: <g1.globo.com>.
Formas verbais como “reiterou” (linha 26) e “colocou” (linha 28), empregadas no texto, são exemplos do
Texto para as questão.

Internet: <https://iguinho.com.br>.
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A IDEALIZAÇÃO DO AMOR
(1º§) Eu estava a pensar na forma como se poderá entender o amor, à luz da minha formação. A minha perspectiva depende daquilo que o outro representa, se o outro é um prolongamento nosso, é uma parte nossa, como acontece muitas vezes, ou é uma idealização do eu de que falaria o Freud. No sentido psicanalítico, poder-se-ia dizer que o amor corresponde ao EU IDEAL e, portanto, à procura de qualquer coisa de ideal que nós colocamos através de um mecanismo de identificação projetiva no outro.
(2º§) Portanto, à luz de uma perspectiva científica, como é apesar de tudo a psicanalítica, o problema começa a pôr-se de um...
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A IDEALIZAÇÃO DO AMOR
(1º§) Eu estava a pensar na forma como se poderá entender o amor, à luz da minha formação. A minha perspectiva depende daquilo que o outro representa, se o outro é um prolongamento nosso, é uma parte nossa, como acontece muitas vezes, ou é uma idealização do eu de que falaria o Freud. No sentido psicanalítico, poder-se-ia dizer que o amor corresponde ao EU IDEAL e, portanto, à procura de qualquer coisa de ideal que nós colocamos através de um mecanismo de identificação projetiva no outro.
(2º§) Portanto, à luz de uma perspectiva científica, como é apesar de tudo a psicanalítica, o problema começa a pôr-se de um...