1. Fernando Pessoa é não apenas um dos maiores poetas modernos, mas um dos maiores poetas da modernidade, ou seja, um dos poetas que mais longe levaram a experiência tanto das possibilidades quanto do desencanto do mundo moderno. Não que ele esteja próximo das veleidades contemporâneas. A modernidade a que me refiro não se confunde com a mera contemporaneidade. Deixemos de lado nosso provincianismo temporal. A modernidade consiste em primeiro lugar na época da desprovincianização do mundo: aquela que, do ponto de vista temporal, abre-se com o humanismo que, voltando os olhos para o mundo clássico, relativiza o mundo contemporâneo; e que, do ponto de vista espacial, abre-se com as descobertas geográficas, celebr...
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Q1053306
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
1. Fernando Pessoa é não apenas um dos maiores poetas modernos, mas um dos maiores poetas da modernidade, ou seja, um dos poetas que mais longe levaram a experiência tanto das possibilidades quanto do desencanto do mundo moderno. Não que ele esteja próximo das veleidades contemporâneas. A modernidade a que me refiro não se confunde com a mera contemporaneidade. Deixemos de lado nosso provincianismo temporal. A modernidade consiste em primeiro lugar na época da desprovincianização do mundo: aquela que, do ponto de vista temporal, abre-se com o humanismo que, voltando os olhos para o mundo clássico, relativiza o mundo contemporâneo; e que, do ponto de vista espacial, abre-se com as descobertas geográficas, celebr...
1. Fernando Pessoa é não apenas um dos maiores poetas modernos, mas um dos maiores poetas da modernidade, ou seja, um dos poetas que mais longe levaram a experiência tanto das possibilidades quanto do desencanto do mundo moderno. Não que ele esteja próximo das veleidades contemporâneas. A modernidade a que me refiro não se confunde com a mera contemporaneidade. Deixemos de lado nosso provincianismo temporal. A modernidade consiste em primeiro lugar na época da desprovincianização do mundo: aquela que, do ponto de vista temporal, abre-se com o humanismo que, voltando os olhos para o mundo clássico, relativiza o mundo contemporâneo; e que, do ponto de vista espacial, abre-se com as descobertas geográficas, celebr...
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Q1053230
Atenção: Leia um trecho da crônica “O Risadinha”, de Paulo Mendes Campos, para responder à questão.

1bodoquear: atirar pedra com estilingue. 2Cantinflas: nome artístico do humorista mexicano Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes (1911-1993).
A hipérbole consiste no exagero da expressão de uma ideia (por exemplo: morrer de estudar, estourar de rir etc). Ocorre esse recurso expressivo no seguinte trecho:

1bodoquear: atirar pedra com estilingue. 2Cantinflas: nome artístico do humorista mexicano Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes (1911-1993).
A hipérbole consiste no exagero da expressão de uma ideia (por exemplo: morrer de estudar, estourar de rir etc). Ocorre esse recurso expressivo no seguinte trecho:
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Q1053218
Atenção: Leia a fábula “O cão adormecido e o lobo”, de Esopo, para responder à questão.
Um cão dormia diante de um estábulo quando um lobo o avistou e, depois de agarrá-lo, estava para comê-lo, mas ele começou a implorar ao lobo que não o sacrificasse naquele momento. “Agora”, disse ele, “estou magro e mirrado. Mas meus donos estão para realizar uma festa de casamento e, se você me deixar livre agora, no futuro estarei mais gordo para você me devorar.” O lobo se convenceu e o soltou. Alguns dias depois ele voltou e encontrou o cão dormindo no alto da casa. Então ele parou e falou para o cão descer, lembrando-o do compromisso. O cão respondeu: “Mas se você, lobo, me vir dormindo de novo diante do estábulo, não mais aguarde casamento!”
(Esopo. Fábulas completas. São Paulo: Cosac N...
Um cão dormia diante de um estábulo quando um lobo o avistou e, depois de agarrá-lo, estava para comê-lo, mas ele começou a implorar ao lobo que não o sacrificasse naquele momento. “Agora”, disse ele, “estou magro e mirrado. Mas meus donos estão para realizar uma festa de casamento e, se você me deixar livre agora, no futuro estarei mais gordo para você me devorar.” O lobo se convenceu e o soltou. Alguns dias depois ele voltou e encontrou o cão dormindo no alto da casa. Então ele parou e falou para o cão descer, lembrando-o do compromisso. O cão respondeu: “Mas se você, lobo, me vir dormindo de novo diante do estábulo, não mais aguarde casamento!”
(Esopo. Fábulas completas. São Paulo: Cosac N...
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Q1053167
Há emprego de uma personificação na frase:
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Q1053158
A figura de linguagem atuante no verso “Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!” traz ao poema
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Q1053118
A personificação é um recurso expressivo por meio do qual se emprestam sentimentos humanos a seres inanimados, a animais, a mortos ou a ausentes. Observa-se esse recurso expressivo em:
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Q1053030
Identificamse palavras/expressões empregadas com sentido figurado nas duas seguintes passagens do texto:
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Q1052834
Considere os trechos do texto.
•? Fui um alto funcionário da Companhia, um alto funcionário de categoria... (1º parágrafo)
•? Magine, ocê, um cara limpava o prato... (1º parágrafo)
•? Aí, eu fui, vesti meu terninho branco, bonito, calça curta. (3º parágrafo)
Nesses trechos, o compositor se utilizou, respectivamente, da:
•? Fui um alto funcionário da Companhia, um alto funcionário de categoria... (1º parágrafo)
•? Magine, ocê, um cara limpava o prato... (1º parágrafo)
•? Aí, eu fui, vesti meu terninho branco, bonito, calça curta. (3º parágrafo)
Nesses trechos, o compositor se utilizou, respectivamente, da:
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Q1052761
No texto, as metáforas “poço sem fundo”, “pequeno autoritário” e “deus ressentido” contribuem para
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Q1052706


Interprete o trecho “o mais soberano de todos os relógios da cidade”, no período: “Do alto da Coluna da Hora, o mais soberano de todos os relógios da cidade espia cada um que chega, sai, para e corre – baliza quem voa.” Trata-se de um tipo de metonímia, que consiste em: