79221 Q447550
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Leia o texto abaixo e responda às perguntas que seguem.

Ao referir-se ao processo de nascimento e de formação das ONGs, a autora utiliza a expressão "um saco de gatos" (linha 6). Expressando-se desta maneira, ela optou:

79222 Q447548
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Leia o texto abaixo e responda às perguntas que seguem.

A frase-título "Os cidadãos partem para a ação" e a oração "a sociedade arregaça as mangas" (linhas 2-3):

79223 Q447544
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

-A questão de número 01 refere-se ao trecho que se segue, retirado de uma entrevista de Antônio Houaiss, estudioso da linguagem, à revista Veja, em 30/8/78. Leia-o atentamente.

Veja - Um homem comum utiliza quantas palavras? Houaiss - Depende. Um homem de cultura rural nasce, vive e morre com aproximadamente 3.000 palavras. Um homem urbano, dependendo do estrato social em que seja inserido, varia entre 3.000 e 5.000. Um escritor como Guimarães Rosa, por exemplo, que parece um monstro, não vai além de 8.000 palavras, segundo uma pesquisa que acompanhei. Gabriele D'Annunzio, um dos mais verbosos escritores de língua italiana, terá chegado a 30.000 no máximo. Coelho Neto suspeita-se que esteja entre 12.000 e 14.000 – o mesmo que Rui Barbosa. C...

79224 Q447542
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Preencha corretamente os trechos abaixo, do poeta Mário Quintana:

I) Se dependesse das mães, não ............ guerras! Mas as filhas preferem os soldados.

II) Dias maravilhosos em que os jornais ............ cheios de poesia, e do lábio do amigo brotam palavras de eterno encanto.

III) O que mais me comove, em música, são essas notas soltas – pobres notas únicas – que do teclado ............ o afinador de pianos.

(QUINTANA, Mário. Prosa & Verso. 6 ed. São Paulo: Globo, 1989)

79225 Q447540
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Observe o trecho:

"Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. O chão foi meu quadro-negro, gravetos, o meu giz." (Paulo Freire)

Na passagem acima, a vírgula entre as expressões gravetos e o meu giz indica que:

79226 Q447538
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Preencha corretamente as lacunas da frase abaixo:

O ............., com uma ............... que ............... de seus andrajos, foi logo pedindo cinco reais ao .........., que lhe respondeu: "Calma lá, amigo! Não sou sociedade .........." - "Não achei que fosse", respondeu o pedinte: "Achei que fosse uma ........... num mundo tão pouco solidário".

79227 Q447536
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Complete a frase com a forma adequada do verbo entre parênteses.

I) Teria havido briga se ele não ............ a tempo. (INTERVIR)

II) Naquele tempo, essa Instituição nos ........... com abundantes recursos. (PROVER)

III) Por determinações superiores, o funcionário ............... os documentos. (RETER)

IV) Pedi que ele ............ os livros na estante. (REPOR)

V) Eu ............. por prazer e não por profissão. (COMPETIR) Indique a alternativa que contém as formas que preenchem corretamente os espaços acima.

79228 Q447534
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

A questão de n.0 06 refere-se ao texto abaixo, do poeta Mário Quintana:

O texto, ao mesmo tempo bem-humorado e amargo, de Mário Quintana, apresenta seus nexos a partir da seguinte idéia básica:

79229 Q447532
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada

Considere a seguinte frase:

 "Tanto tenho aprendido e não sei nada." (Florbela Espanca)

A conjunção e, na frase, tem valor de

79230 Q447530
Língua Portuguesa
Ano: 0000
Banca: Banca não informada
Compare os dois trechos a seguir (retirados de Othon M. Garcia, no livro Comunicação em Prosa Moderna):

I) As chamadas baianas não usavam de vestidos; traziam somente umas poucas saias presas à cintura, e que chegavam pouco abaixo do meio da perna, todas elas ornadas de magníficas rendas; da cintura para cima apenas traziam uma finíssima camisa, cuja gola e manga eram também ornadas de renda; ao pescoço punham um cordão de ouro, um colar de corais, os mais pobres eram de miçangas; ornavam a cabeça com uma espécie de turbante a que davam o nome de trunfas, formado por um grande laço branco muito teso e engomado; calçavam umas chinelas de salto alto e tão pequenas que apenas continham os dedos dos pés, ficando de fora todo o calcanhar...

(Manuel Antônio de Almeida...