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Q947148
O texto apresenta, como evento gerador para a discussão das ideias:
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Q947147
De acordo com as ideias apresentadas no texto, é correto afirmar que o autor se mostra, em relação à inovação da pintura:
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Q947146
As cores do silêncio
Bem, chega de falar de política. Hoje vou falar de uma coisa silenciosa chamada pintura. Porque acho que a vida é inventada por nós – mas, claro, dentro das possibilidades reais – creio também, consequentemente, que o acaso desempenha um papel importante nessa invenção. E na arte também, sem dúvidas. Mas o artista, para inventar sua obra, trabalha dentro de determinados princípios que descobre e de que se vale para impor sua inventividade poética sobre o acaso. No fundo a criação artística é resultado da opção que o artista faz entre sua necessidade de criar e os fatores casuais que envolvem a criação. Em suma, ele torna necessário o que era mera probabilidade. Descubro esses pensamentos ao rever um álbum de obras de Van Gogh. Embora já as con...
Bem, chega de falar de política. Hoje vou falar de uma coisa silenciosa chamada pintura. Porque acho que a vida é inventada por nós – mas, claro, dentro das possibilidades reais – creio também, consequentemente, que o acaso desempenha um papel importante nessa invenção. E na arte também, sem dúvidas. Mas o artista, para inventar sua obra, trabalha dentro de determinados princípios que descobre e de que se vale para impor sua inventividade poética sobre o acaso. No fundo a criação artística é resultado da opção que o artista faz entre sua necessidade de criar e os fatores casuais que envolvem a criação. Em suma, ele torna necessário o que era mera probabilidade. Descubro esses pensamentos ao rever um álbum de obras de Van Gogh. Embora já as con...
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Q947145
As cores do silêncio
Bem, chega de falar de política. Hoje vou falar de uma coisa silenciosa chamada pintura. Porque acho que a vida é inventada por nós – mas, claro, dentro das possibilidades reais – creio também, consequentemente, que o acaso desempenha um papel importante nessa invenção. E na arte também, sem dúvidas. Mas o artista, para inventar sua obra, trabalha dentro de determinados princípios que descobre e de que se vale para impor sua inventividade poética sobre o acaso. No fundo a criação artística é resultado da opção que o artista faz entre sua necessidade de criar e os fatores casuais que envolvem a criação. Em suma, ele torna necessário o que era mera probabilidade. Descubro esses pensamentos ao rever um álbum de obras de Van Gogh. Embora já as con...
Bem, chega de falar de política. Hoje vou falar de uma coisa silenciosa chamada pintura. Porque acho que a vida é inventada por nós – mas, claro, dentro das possibilidades reais – creio também, consequentemente, que o acaso desempenha um papel importante nessa invenção. E na arte também, sem dúvidas. Mas o artista, para inventar sua obra, trabalha dentro de determinados princípios que descobre e de que se vale para impor sua inventividade poética sobre o acaso. No fundo a criação artística é resultado da opção que o artista faz entre sua necessidade de criar e os fatores casuais que envolvem a criação. Em suma, ele torna necessário o que era mera probabilidade. Descubro esses pensamentos ao rever um álbum de obras de Van Gogh. Embora já as con...
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Q947144
Em “Essa mudança da pintura de Van Gogh, que abandona as cores soturnas para entregar?se ao colorido vibrante dos quadros neoimpressionistas é surpreendente, mas, sem dúvida, própria de uma personalidade que oscila entre atitudes e reações extremadas.” (11º§), a conjunção destacada pode ser corretamente substituída por:
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Q947143
A metonímia é uma figura de linguagem ou de palavra caracterizada pela substituição de um termo por outro, havendo entre eles algum tipo de ligação. Evidencia tal figura de linguagem o seguinte trecho literal:
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Q947142
Nas seguintes afirmativas, as palavras sublinhadas possuem o mesmo valor semântico, EXCETO em:
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Q947141
Depreende-se do poema
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Q947140
Para responder à questão, leia o trecho do poema de Manuel Bandeira.
Há que tempo que não te vejo! Não foi por querer, não pude, Nesse ponto a vida me foi madrasta, Recife.
Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: Nos ossos, nos olhos, nos ouvidos, no sangue, na carne, Recife.
Não como és hoje, Mas como eras na minha infância, Quando as crianças brincavam no meio da rua (Não havia ainda automóveis) E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas (Continuavas província, Recife)
(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990)
Ao evocar Recife, o poeta recorre sobretudo à seguinte figura de linguagem:
Há que tempo que não te vejo! Não foi por querer, não pude, Nesse ponto a vida me foi madrasta, Recife.
Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: Nos ossos, nos olhos, nos ouvidos, no sangue, na carne, Recife.
Não como és hoje, Mas como eras na minha infância, Quando as crianças brincavam no meio da rua (Não havia ainda automóveis) E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas (Continuavas província, Recife)
(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990)
Ao evocar Recife, o poeta recorre sobretudo à seguinte figura de linguagem:
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Q947139
Leia com atenção as seguintes afirmações.
I. Permutando-se o verbo “haver” pelo verbo “existir” nos versos Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: / (Não havia ainda automóveis), tem-se como resultado, respectivamente: “existiu” e “existiam”.
II. Admite transposição para a voz passiva a frase E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas.
III. Na 1ª estrofe, a palavra madrasta está empregada em sentido figurado.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. Permutando-se o verbo “haver” pelo verbo “existir” nos versos Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: / (Não havia ainda automóveis), tem-se como resultado, respectivamente: “existiu” e “existiam”.
II. Admite transposição para a voz passiva a frase E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas.
III. Na 1ª estrofe, a palavra madrasta está empregada em sentido figurado.
Está correto o que se afirma APENAS em