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Na frase: “O artista chegou disfarçado; ninguém o reconheceu”, a segunda oração coordenada assindética poderia ser antecedida de uma conjunção adversativa, como, porém, explicitando a relação adequada entre as orações.
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Na frase: “O artista chegou disfarçado; ninguém o reconheceu”, a segunda oração coordenada assindética poderia ser antecedida de uma conjunção adversativa, como, porém, explicitando a relação adequada entre as orações.
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Em “A vida é curta. Curta!”, há um jogo de palavras idênticas, com significados diferentes, a fim de tornar mais expressiva a mensagem.
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Em “Quando jovem, era cheio de gás. Na velhice, cheio de gases.”, o plural do substantivo “gás” modifica o sentido da expressão: a primeira significa estar cheio de energia; a segunda, estar com muitos gases produzidos no sistema gastrointestinal.
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Morte e Vida Severina, do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, é um poema narrativo que conta a história de Severino, saindo do sertão em busca de vida digna no litoral pernambucano, mas que encontra no caminho morte e sofrimento.
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Em “comeu bem”, “certamente virá” e “alguns indivíduos”, os termos destacados são todos da classe dos advérbios.
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Em FIZÉSSEMOS, o SSE e o MOS são, respectivamente, desinência verbal modo-temporal e desinência verbal número-pessoal.
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Em “Pensou mil desculpas”, o numeral cardinal foi usado para empregar valor indefinido e hiperbólico ao substantivo determinado.
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O vocábulo “Chapéu” é acentuado por ser um vocábulo oxítono terminado em ditongo aberto “ÉU”, enquanto “camafeu” não recebe acento gráfico, por seu ditongo ter o timbre fechado.
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A forma “pôr” recebe acento circunflexo para indicar que se trata de uma preposição, enquanto o verbo é grafado sem acento: “por”.
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Em “Confiava no irmão” e “Tinha confiança no irmão”, o termo NO IRMÃO é, respectivamente, objeto indireto e complemento nominal.