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Q947728
Aproximam-se pelo sentido estabelecido no contexto os seguintes elementos:
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Q947727
Para responder à questão, leia a crônica “O amigo de infância”, de Antônio Maria.
O tom era mais que o de uma queixa. De acusação: ? Você não se lembra mais de mim! Eu não me lembrava daquele homem, no todo. Não lhe recordava o nome, nem tinha a menor ideia de quando o vi pela primeira ou pela última vez. Seus olhos eram, porém, meus conhecidos. Seu olhar e sua voz, ambos amargos. Continuava a acusar-me de tê-lo esquecido. A ele, que relembrava dos nomes dos meus irmãos, da rua e da casa onde morávamos. Eu gostaria de saber explicar-lhe que, na vida, basta haver duas pessoas para que uma esqueça a outra. E, na vida, há tanta gente. Uma explicação tão difícil que só um bêbad...
O tom era mais que o de uma queixa. De acusação: ? Você não se lembra mais de mim! Eu não me lembrava daquele homem, no todo. Não lhe recordava o nome, nem tinha a menor ideia de quando o vi pela primeira ou pela última vez. Seus olhos eram, porém, meus conhecidos. Seu olhar e sua voz, ambos amargos. Continuava a acusar-me de tê-lo esquecido. A ele, que relembrava dos nomes dos meus irmãos, da rua e da casa onde morávamos. Eu gostaria de saber explicar-lhe que, na vida, basta haver duas pessoas para que uma esqueça a outra. E, na vida, há tanta gente. Uma explicação tão difícil que só um bêbad...
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Q947726
Para responder à questão, leia a crônica “O amigo de infância”, de Antônio Maria.
O tom era mais que o de uma queixa. De acusação: ? Você não se lembra mais de mim! Eu não me lembrava daquele homem, no todo. Não lhe recordava o nome, nem tinha a menor ideia de quando o vi pela primeira ou pela última vez. Seus olhos eram, porém, meus conhecidos. Seu olhar e sua voz, ambos amargos. Continuava a acusar-me de tê-lo esquecido. A ele, que relembrava dos nomes dos meus irmãos, da rua e da casa onde morávamos. Eu gostaria de saber explicar-lhe que, na vida, basta haver duas pessoas para que uma esqueça a outra. E, na vida, há tanta gente. Uma explicação tão difícil que só um bêbad...
O tom era mais que o de uma queixa. De acusação: ? Você não se lembra mais de mim! Eu não me lembrava daquele homem, no todo. Não lhe recordava o nome, nem tinha a menor ideia de quando o vi pela primeira ou pela última vez. Seus olhos eram, porém, meus conhecidos. Seu olhar e sua voz, ambos amargos. Continuava a acusar-me de tê-lo esquecido. A ele, que relembrava dos nomes dos meus irmãos, da rua e da casa onde morávamos. Eu gostaria de saber explicar-lhe que, na vida, basta haver duas pessoas para que uma esqueça a outra. E, na vida, há tanta gente. Uma explicação tão difícil que só um bêbad...
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Q947725
O emprego da vírgula indica a elipse do verbo no seguinte trecho:
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Q947724
Está correta e coerente a redação do seguinte comentário:
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Q947723
O narrador tece uma hipótese no seguinte segmento:
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Q947722
Sabe-se que a leitura de literatura, especialmente no que tange à clássica, demanda por parte do leitor o processo de inferência de certos vocábulos por diversas razões, entre as quais é possível citar o rebuscamento do linguajar literário e o uso de termos que, devido às constantes variações linguísticas através do tempo, caíram em desuso. No entanto, a compreensão do texto não se prejudica, pois, através do contexto, é possível identificar o significado de expressões que se encaixam nestas circunstâncias. Portanto, através da leitura do trecho, é possível inferir que os termos “ademanes” e “copla” se referem, respectivamente, a
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Q947721
A palavra “última” citada no texto é acentuada pela mesma razão que:
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Q947720
No que tange à posição de sílabas tônicas, a única opção que contempla um par de termos de mesma classificação é:
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Q947719
Levando em consideração que o sujeito é um dos termos essenciais da oração, assinale a alternativa que apresente, respectivamente, as corretas classificações dos sujeitos assinalados na frase “Hão de pensar que és maltratada, [...]” (10§).