O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória. O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundi...
1881
Q948918
O Curupira perdeu a força do mito
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória. O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundi...
O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória. O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundi...
1882
Q948917
Considerando-se as regras de acentuação, analisar os itens abaixo:
I. “Bambu” trata-se de uma oxítona, e, por terminar em “u”, não deve ser acentuada. II. “Ofício” e “Herói” são palavras acentuadas pela mesma regra. III. “Rubrica” apresenta a sílaba “ru” com maior intensidade fonética.
Está(ão) CORRETO(S):
I. “Bambu” trata-se de uma oxítona, e, por terminar em “u”, não deve ser acentuada. II. “Ofício” e “Herói” são palavras acentuadas pela mesma regra. III. “Rubrica” apresenta a sílaba “ru” com maior intensidade fonética.
Está(ão) CORRETO(S):
1883
Q948916
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa INCORRETA:
1884
Q948915

Toda situação comunicativa se manifesta pela ação da linguagem. Neste sentido, é necessária a utilização de recursos que possam contribuir para a compreensão e interpretação no ato comunicativo que denota a ação de um emissor e de um receptor. Sobre o texto em questão, pode-se afirmar que o seu autor comunica através:
1885
Q948914

Sobre a modalidade linguística utilizada pelo autor do Texto 1, é CORRETO afirmar que:
I- também conhecida como linguagem híbrida, utiliza-se de signos visuais, bem como de palavras escritas, com o objetivo de comunicar.
II- utiliza-se da linguagem verbal, com o objetivo de passar uma única mensagem.
III- também chamada de linguagem verbalizada, é expressa por meio de sequências verbais e signos visuais.
IV- caracteriza-se pela utilização de signos visuais, tais como gestos, postura, ilustrações, placas, sons etc.
Está(ão) CORRETO(s) apenas o(s) item(ns):
1886
Q948913
O Texto 1 é exemplo de um gênero jornalístico que tematiza e discute questões atuais e denota o posicionamento do veículo em que é publicado, com a finalidade de refletir criticamente acerca de um tema específico. Neste sentido, o texto em questão discute:
1887
Q948912
Do ponto de vista dos gêneros textuais, pode-se afirmar que o Texto 1 é um exemplo de:
1888
Q948911
A parte verbal do Texto 1 é constituída por:
1889
Q948910
TEXTO 2:

Após a leitura atenta do Texto 2, pode-se afirmar que ele, além de outros temas:
1890
Q948909
A tirinha de Quino apresenta a personagem Mafalda, outrora definida por Umberto Eco como “uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é”. É comum, além de críticas sociais, Mafalda fazer reflexões filosóficas acerca daquilo que a incomoda no mundo. Neste sentido, pode-se afirmar que, no segundo e no terceiro quadrinho, a personagem reflete: