No Texto II, a autora diz que, numa viagem, “há atores, um dos quais o viajante” (l. 5-6)
Ela usa a palavra “ator” porque está referindo-se à pessoa que
No Texto II, a autora diz que, numa viagem, “há atores, um dos quais o viajante” (l. 5-6)
Ela usa a palavra “ator” porque está referindo-se à pessoa que
Para a autora do Texto II, a narrativa de viagem depende essencialmente de quais condições?
No Texto II, o trecho “perda das referências familiares” (l. 9) está associado à ideia de que a subjetividade de uma viagem “se abre ao desconhecido” (l. 8-9). Isso permite entender que a autora afirma ser possível que uma viagem faça alguém
Objetivamente, entende-se a partir da leitura do Texto II que uma viagem tem
Considerando-se a cena que é apresentada no Texto I, as seguintes palavras qualificam o personagem Lúcio, ajustando-se coerentemente à sua figura:
O Texto I mostra algumas características da atuação do juiz daquele jogo, mas dá ênfase para
O Texto I diz que, entre todos os participantes da cena descrita, espectadores da ação que Lúcio devia executar, se destacava a figura Observe a charge a seguir.

Nessa charge a crítica se dirige:
A propaganda de uma escola no Rio de Janeiro diz o seguinte:
“A vida hoje, em mudança constante, traz todo dia um mundo de possibilidades novas, mas antes de escolher é preciso saber fazer. Fazer amigos, respeitando as diferenças. Fazer questionamentos, desenvolvendo consciência coletiva. Fazer diálogo sincero, valorizando as habilidades individuais. Fazer tecnologia sustentável, criando relações positivas com o meio ambiente. Nossa formação está comprometida com os movimentos do mundo. Saber fazer com qualidade... A gente faz”.
A principal e mais importante característica de uma escola como essa é: