LIBÂNEO, José Carlos. Didátic...
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Q1132522
Sabemos que a aprendizagem é um processo de assimilação de conhecimentos escolares por meio da atividade própria dos alunos. Podemos dizer, agora, que essa atividade é o estudo dos conteúdos das matérias e dos modos de resolver as tarefas práticas que lhes correspondem. Os conteúdos representam o elemento determinante em torno do qual se realiza a atividade de estudo. A aprendizagem não resulta apenas de necessidades e interesses internos da criança, nem é um processo no qual as crianças escolhem o que querem fazer; é, antes, um processo no qual elas vão desenvolvendo e modificando suas forças físicas e mentais por influência de conhecimentos e atividades vindos de fora, da experiência humana acumulada pelas gerações ao longo da História.
LIBÂNEO, José Carlos. Didátic...
LIBÂNEO, José Carlos. Didátic...
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Q1132521
A formação do aluno jamais acontecerá pela assimilação de discursos, mas sim por um processo microssocial em que ele é levado a assumir posturas de liberdade, respeito, responsabilidade, ao mesmo tempo em que percebe essas mesmas práticas nos demais membros que participam deste microcosmo com que se relaciona no cotidiano. Uma aula de qualquer disciplina constitui-se, assim, em parte do processo de formação do aluno, não pelo discurso que o professor possa fazer, mas pelo posicionamento que assume em seu relacionamento com os alunos, pela participação que suscita neles, pelas novas posturas que eles são chamados a assumir.
ALVES, N.; GARCIA, R, L. O sentido da escola. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 20.
O trecho em destaque faz alusão a uma concepção ...
ALVES, N.; GARCIA, R, L. O sentido da escola. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 20.
O trecho em destaque faz alusão a uma concepção ...
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Q1132520
Nós, brasileiros oriundos de diferentes grupos étnicos-raciais – indígenas, africanos, europeus, asiáticos -, aprendemos a nos situar na sociedade, bem como o ensinamos a outros e outras menos experientes, por meio de práticas sociais em que relações étnico-raciais, sociais, pedagógicas nos acolhem, rejeitam ou querem modificar. Deste modo, construímos nossas identidades – nacional, étnico-racial, pessoal -, aprendemos e transmitimos visão de mundo que se expressa nos valores, posturas, atitudes que assumimos, nos princípios que defendemos e ações que empreendemos.
FONSECA, M. V.; SILVA, C. M. N.; FERNANDES, A. B. Relações étnicoraciais no Brasil. Belo Horizonte: Mazza Edições: 2011, p. 13, p. 14.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de His...
FONSECA, M. V.; SILVA, C. M. N.; FERNANDES, A. B. Relações étnicoraciais no Brasil. Belo Horizonte: Mazza Edições: 2011, p. 13, p. 14.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de His...
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Q1132519
Não é possível afirmar que Piaget não mereça crítica. Sabe-se hoje que suas pesquisas subestimaram um pouco a capacidade da criança e que algumas das limitações que apontou eram ocasionadas bem mais pela linguagem que utilizou e que não foi muito bem compreendido, que por restrições cerebrais quanto à capacidade de pensar. Mas se essas restrições sugerem algumas correções em suas teorias, de forma alguma desmerecem a grandeza das mudanças na educação que apresentou.
ANTUNES, CELSO. Professores e professauros: reflexões sobre a aula e práticas pedagógicas diversas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008, p. 161.
Acerca das contribuições de Piaget para o campo da educação, assinale a opção correta.
ANTUNES, CELSO. Professores e professauros: reflexões sobre a aula e práticas pedagógicas diversas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008, p. 161.
Acerca das contribuições de Piaget para o campo da educação, assinale a opção correta.
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Q1132518
Não é mais aceitável conviver com uma escola onde os alunos, ao entrarem, “pendurem” no cabide imaginário das convenções protocolares sua auto-estima e sua alegria em se conhecer, suas mágoas e suas frustrações.
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 62.
O trecho acima adverte para a necessidade de se desenvolver na escola as capacidades
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 62.
O trecho acima adverte para a necessidade de se desenvolver na escola as capacidades
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Q1132517
Os atuais avanços metodológicos e o desenvolvimento das técnicas de análise, bem como a profusão de estruturas conceituais, facilitam a criação de conhecimento, enquanto simultaneamente tendem a reduzir-se tematicamente os âmbitos de trabalho e de especialização de cada pesquisador ou pesquisadora. Neste momento encontramo-nos ante o risco de perder visões de conjunto, devido à excessiva compartimentação das parcelas do saber em espiral babélica, bem como aos inúmeros jargões específicos, um tanto obscurantistas, de cada uma delas. Deste modo, se reduz o fluxo de informações entre as pessoas dedicadas à pesquisa de diferentes disciplinas e subdisciplinas, assim como entre as comunidades científicas e o resto da sociedade.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e interdis...
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e interdis...
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Q1132516
As opções abaixo apontam algumas das metas e objetivos da educação especial concernentes ao Plano Nacional de Educação, à exceção de uma. Assinale-a.
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Q1132472
O teólogo holandês Gerardus van der Leeuw, em sua Fenomenologia da Religião (1933), assinalou a peculiaridade do campo de pesquisa da religião enquanto fenômeno e classificou o homem que possui uma conduta específica em relação ao sagrado de “homo religiosus”:
A definição do jurista romano Masúrio Sabino do que é “religioso” (algo que por seu caráter sagrado está longe e separado de nós) é pertinente para explicar em que consiste o sagrado e pressupõe que os homens mantenham uma conduta específica em relação a ele. A etimologia mais verossímil deriva a palavra “religio” de “relegere”, observar, estar atento; “homo religiosus” é o contrário de “homo negligens”.
Traduzido e adaptado de Gerardus van der Leeuw. Fenomenologia della religione. Torino, Boringhi...
A definição do jurista romano Masúrio Sabino do que é “religioso” (algo que por seu caráter sagrado está longe e separado de nós) é pertinente para explicar em que consiste o sagrado e pressupõe que os homens mantenham uma conduta específica em relação a ele. A etimologia mais verossímil deriva a palavra “religio” de “relegere”, observar, estar atento; “homo religiosus” é o contrário de “homo negligens”.
Traduzido e adaptado de Gerardus van der Leeuw. Fenomenologia della religione. Torino, Boringhi...
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Q1132471
As afirmativas a seguir exemplificam corretamente as funções sociais da religião para Durkheim, à exceção de uma. Assinale-a.
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Q1132470
Analise as posições sobre o impacto da religião para a mudança social nos autores da sociologia clássica examinados a seguir.
I. Para Marx, a base econômica da sociedade influencia o sistema de crenças que ela desenvolve, portanto, a religião reflete a sociedade, não a modifica.
II. Para Weber, em determinadas circunstâncias, as ideias religiosas podem impactar a mudança social, ao fornecer valores e práticas que influenciam o comportamento econômico, político e social.
III. Para ambos, os rituais religiosos são ações simbólicas que consolidam e afirmam a identidade coletiva da sociedade, podendo ser utilizada para incitar a mudança social.
Está correto o que se afirma em
I. Para Marx, a base econômica da sociedade influencia o sistema de crenças que ela desenvolve, portanto, a religião reflete a sociedade, não a modifica.
II. Para Weber, em determinadas circunstâncias, as ideias religiosas podem impactar a mudança social, ao fornecer valores e práticas que influenciam o comportamento econômico, político e social.
III. Para ambos, os rituais religiosos são ações simbólicas que consolidam e afirmam a identidade coletiva da sociedade, podendo ser utilizada para incitar a mudança social.
Está correto o que se afirma em