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Q1132531
No que se refere a tendência tecnicista, é CORRETO afirmar.
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Q1132530
Para Libânio, Oliveira e Toschi (2008) “o currículo é a concretização, a viabilização das intenções e das orientações expressas no projeto pedagógico. Para os autores, há pelos menos, três tipos de manifestações: currículo formal ou oficial, currículo real e currículo oculto”. Sobre o currículo oculto, é correto afirmar que:
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Q1132528
As metodologias ativas têm se destacado como uma abordagem pedagógica alinhada com a BNCC e com as demandas da sociedade contemporânea. São estratégias de ensino que colocam o estudante como protagonista do seu próprio aprendizado, estimulando a participação ativa, a criatividade, a autonomia e o pensamento crítico. No que se refere a metodologia ativa denominada sala de aula invertida, marque a alternativa CORRETA.
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Q1132527
O método expositivo é bastante utilizado em nossas escolas, apesar das críticas que lhe são feitas, principalmente por não levar em conta o princípio da atividade do aluno. Entretanto, se for superada esta limitação, é um importante meio de obter conhecimentos.
Além da exposição verbal, fazem parte do método expositivo de ensino procedimentos como,
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2017, p. 224.
Além da exposição verbal, fazem parte do método expositivo de ensino procedimentos como,
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Q1132522
Sabemos que a aprendizagem é um processo de assimilação de conhecimentos escolares por meio da atividade própria dos alunos. Podemos dizer, agora, que essa atividade é o estudo dos conteúdos das matérias e dos modos de resolver as tarefas práticas que lhes correspondem. Os conteúdos representam o elemento determinante em torno do qual se realiza a atividade de estudo. A aprendizagem não resulta apenas de necessidades e interesses internos da criança, nem é um processo no qual as crianças escolhem o que querem fazer; é, antes, um processo no qual elas vão desenvolvendo e modificando suas forças físicas e mentais por influência de conhecimentos e atividades vindos de fora, da experiência humana acumulada pelas gerações ao longo da História.
LIBÂNEO, José Carlos. Didátic...
LIBÂNEO, José Carlos. Didátic...
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Q1132518
Não é mais aceitável conviver com uma escola onde os alunos, ao entrarem, “pendurem” no cabide imaginário das convenções protocolares sua auto-estima e sua alegria em se conhecer, suas mágoas e suas frustrações.
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 62.
O trecho acima adverte para a necessidade de se desenvolver na escola as capacidades
ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 62.
O trecho acima adverte para a necessidade de se desenvolver na escola as capacidades
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Q1132472
O teólogo holandês Gerardus van der Leeuw, em sua Fenomenologia da Religião (1933), assinalou a peculiaridade do campo de pesquisa da religião enquanto fenômeno e classificou o homem que possui uma conduta específica em relação ao sagrado de “homo religiosus”:
A definição do jurista romano Masúrio Sabino do que é “religioso” (algo que por seu caráter sagrado está longe e separado de nós) é pertinente para explicar em que consiste o sagrado e pressupõe que os homens mantenham uma conduta específica em relação a ele. A etimologia mais verossímil deriva a palavra “religio” de “relegere”, observar, estar atento; “homo religiosus” é o contrário de “homo negligens”.
Traduzido e adaptado de Gerardus van der Leeuw. Fenomenologia della religione. Torino, Boringhi...
A definição do jurista romano Masúrio Sabino do que é “religioso” (algo que por seu caráter sagrado está longe e separado de nós) é pertinente para explicar em que consiste o sagrado e pressupõe que os homens mantenham uma conduta específica em relação a ele. A etimologia mais verossímil deriva a palavra “religio” de “relegere”, observar, estar atento; “homo religiosus” é o contrário de “homo negligens”.
Traduzido e adaptado de Gerardus van der Leeuw. Fenomenologia della religione. Torino, Boringhi...
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Q1132471
As afirmativas a seguir exemplificam corretamente as funções sociais da religião para Durkheim, à exceção de uma. Assinale-a.
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Q1132470
Analise as posições sobre o impacto da religião para a mudança social nos autores da sociologia clássica examinados a seguir.
I. Para Marx, a base econômica da sociedade influencia o sistema de crenças que ela desenvolve, portanto, a religião reflete a sociedade, não a modifica.
II. Para Weber, em determinadas circunstâncias, as ideias religiosas podem impactar a mudança social, ao fornecer valores e práticas que influenciam o comportamento econômico, político e social.
III. Para ambos, os rituais religiosos são ações simbólicas que consolidam e afirmam a identidade coletiva da sociedade, podendo ser utilizada para incitar a mudança social.
Está correto o que se afirma em
I. Para Marx, a base econômica da sociedade influencia o sistema de crenças que ela desenvolve, portanto, a religião reflete a sociedade, não a modifica.
II. Para Weber, em determinadas circunstâncias, as ideias religiosas podem impactar a mudança social, ao fornecer valores e práticas que influenciam o comportamento econômico, político e social.
III. Para ambos, os rituais religiosos são ações simbólicas que consolidam e afirmam a identidade coletiva da sociedade, podendo ser utilizada para incitar a mudança social.
Está correto o que se afirma em
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Q1132469
Para Durkheim, ao estudar fenômenos religiosos, a sociologia deve buscar os “elementos permanentes que constituem o que há de eterno na religião”. Para tanto, o sociólogo propõe deixar de lado “nossa concepção de religião em geral, e considerar as religiões em sua realidade concreta, destacando o que elas podem ter em comum; pois a religião só pode ser definida em função das características que se encontram em toda parte onde houver religião”.
Adaptado de Durkheim, E. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. X e 4.
Em seu estudo sociológico do fenômeno religioso, Durkheim
Adaptado de Durkheim, E. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. X e 4.
Em seu estudo sociológico do fenômeno religioso, Durkheim