Em uma escola do ensino médio, professores se reuniram para planejar a avaliação do processo ensino-aprendizagem como parte integrante da nova proposta pedagógica, que até então era restrita à realização, pelos alunos, de provas e testes, elaborados isolada e individualmente pelos professores.
O coordenador pedagógico lançou a idéia de que a nova proposta de avaliação da aprendizagem deveria estar ancorada com a LDB vigente, voltada para a formação do cidadão com inserção social crítica. Com isso, a avaliação não poderia ser realizada apenas por meio de provas, tendo de incluir outros procedimentos que possibilitassem avaliar o que o aluno aprendeu ou não, bem como comprometer os alunos com o processo de aprendizagem, por meio do instrumento de autoavaliação.
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A discussão sobre qual método é o mais indicado para se levar a um aprendizado mais efetivo é insolúvel. É necessário que os educadores se convençam que a ação primeira é investigar, pesquisar, analisar como o aluno aprende e a partir destes dados decidir qual o caminho que melhor pode se adequar às necessidades de aprendizagem de seus alunos.
Considerando as idéias acima, pode-se afirmar que ensinar
Falas de alguns professores sobre suas turmas:
“Estou tendo problemas seríssimos de comportamento na minha turma. Estou assustada!”
“Tem os mais disciplinados e os atormentadores.”
“Ele não consegue se fixar numa atividade: faz barulho, fala alto, sai do lugar, mexe no lixo, enfim, fica tumultuando o tempo todo.”
“É lógico que a gente tenta controlar a disciplina! A gente coloca os limites: o que é certo, o que é errado, quando pode falar, quando pode se levantar...”
Para o psicólogo Júlio Groppa, a questão da indisciplina está sempre presente nas conversas entre professores e, muitas vezes, o trabalho docente se confunde, limitando-se:
O orientador educacional deve assumir uma postura política, considerando o aluno como parte do contexto social. Sobre as competências do orientador educacional, são feitas as afirmativas abaixo.
I Tem como prioridade as orientações sobre as fragilidades cognitivas para a aprendizagem.
II “Dialetiza” as relações e vê o aluno como um ser real, concreto e histórico.
III Divide com as famílias dos alunos a responsabilidade do processo ensino-aprendizagem.
Das afirmativas acima, estão corretas:
"Quando os alunos se encontram em situações de luto, é importante que os adultos tenham convicções para conversar sobre o assunto sem medo, sem achar que mencioná-lo pode aumentar a dor ou a tristeza. A escola também precisa estar preparada para trabalhar a perda. Claro, tudo isso conversado, respeitando o tempo de cada um. O que não pode acontecer é o silêncio ou a escola fingir que nada está acontecendo.” (Fátima Geovanini).
Quando acontece a morte de algum aluno, por exemplo, é fundamental: