3301 Q1049146
Pedagogia Educação Infantil Alfabetização e Letramento
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Leia atentamente o relato da seguinte cena, ocorrida em uma escola de Educação Infantil:
Era o momento mais aguardado do dia, o pátio, e a bola da turma sumiu. Foi feita uma reunião com as crianças para pensar como achar a bola. Algumas alternativas surgiram, foram debatidas e colocadas em votação. Com pequena margem de vantagem, ganhou a alternativa que previa a confecção de cartazes a serem espalhados pela escola, à procura da bola. (Registro da professora, 2022)
Com base nesse pequeno recorte do cotidiano, sobre a relação entre infância, letramento e Educação Infantil, é correto afirmar que a leitura e a escrita devem ser trabalhadas de modo fluido no cotidiano escolar, e a oportunidade do sumiço da bola 
3302 Q1049145
Pedagogia Educação Infantil Concepções de Educação Infantil
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II

Minha perspectiva é pensar de que maneira a criança pode ela própria interrogar sua infância, de que maneira a criança pode infletir, interrogar, subtrair a ideia de infância, e resistir a ela, quando esta se apresenta como um dispositivo fechado e, de certa maneira, garantidor de um funcionamento da sociedade. (ABRAMOWICZ, 2018, p. 41)


ABRAMOWICZ, A. Introdução – Panorama atual da Educação Infantil: suas temáticas e políticas.

In: ABRAMOWICZ, A.; HENRIQUES, A. (Org.). Educação infantil: a luta pela infância.

Campinas: Papirus, 2018.


Com base...

3303 Q1049144
Pedagogia Educação Infantil
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Leia o trecho a seguir:
O princípio da dignidade do ser humano é o paradigma maior de nossa Constituição para o respeito entre os cidadãos. A exigência de uma educação infantil de qualidade não pode se curvar aos ditames lentos de uma burocracia estatal guarnecidos por limitações financeiras. Eis porque a tensão entre direito e dever postula dos gestores e dos cidadãos a busca de um diálogo transparente e público em vista da proteção integral da criança como prioridade absoluta. (CURY, 2018, p. 75, grifo do autor)
CURY, C. R. Educação Infantil como dever do Estado. In: ABRAMOWICZ, A.; HENRIQUES, A. (Org.). Educação Infantil: a luta pela infância. Campinas: Papirus, 2018.
Com base no fragmento de texto, e tendo como referência a histórica luta pela Educação Infantil de qual...
3304 Q1049143
Pedagogia Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais Legislação da Educação Lei nº 10.639 de 2003 - Obrigatoriedade da Temática “História e Cultura Afro-Brasileira"
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II

Cavalcanti (2021) estabelece que afirmar as corporeidades negras de forma positiva é fundamental para que os sujeitos se engajem nas lutas antirracistas. Para esse fim, o autor apresenta narrativas acerca da necessidade de reconhecimento e representatividade das corporeidades negras nas práticas pedagógicas no cotidiano escolar.


CAVALCANTI, A. S. S. A cultura corporal na construção de práticas antirracistas: microações afirmativas

nos cotidianos de educação infantil. In: RIBEIRO, W. G.; SILVA, R. C. O.; DESTRO, D. S. (Org.) Educação

Física e diferença: perspectivas e diálogos. Curitiba: CRV, 2021.

...
3305 Q1049142
Pedagogia A Construção do Conhecimento: Papel do Educador, do Educando e da Sociedade Temas Educacionais Pedagógicos
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II

Castro (2021, p. 92) afirma que a escola coloca as singularidades em ruínas, pois “é nela que descobrimos que estamos acima do peso ou magros além do esperado, feios, baixos [...], inclusive, de forma violenta”, com especial destaque para a Educação Física, na qual os corpos ficam em evidência.


CASTRO, J. N. Singularidades em ruínas: o controle escolar dos corpos e das identidades em aulas de Educação Física. In: RIBEIRO, W. G.; SILVA, R. C. O.; DESTRO, D. S. (Org.) Educação Física e

diferença: perspectivas e diálogos. Curitiba: CRV, 2021. Cap. 4, p. 75-100.


Com base no expos...

3306 Q1049141
Pedagogia Principais Autores Paulo Freire
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II

Bossle (2021, p. 9) apresenta uma reflexão sobre como a educação libertadora de Paulo Freire pode nos inspirar ou nos desafiar, em um reposicionamento da Educação Física crítica. No texto, apresenta um estudo de um doutorando, que identifica uma brincadeira infantil, “capitão do mato” ou “feitor pega escravo”, que constava de uma obra destinada à Educação Física, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, que foi amplamente distribuída pelo Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD):


O texto explica o que era o capitão do mato, o que era o feitor, e orienta que deve se escrever com giz no chão as palavras senzala e quilombo. A brincadeira consiste em organizar as crianças em ...

3307 Q1049140
Pedagogia A Didática e o Processo de Ensino e Aprendizagem Temas Educacionais Pedagógicos
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
No livro organizado por Darido e Rangel (2005), o capítulo que trata do ensino reflexivo como perspectiva metodológica traz a reflexão de que ensinar não é uma tarefa tão simples e deve considerar três aspectos importantes: o domínio do conteúdo e da metodologia, o envolvimento e a apropriação da realidade dos(as) estudantes e o caráter reflexivo do trabalho docente.
DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

Segundo as autoras, adotar uma prática reflexiva como metodologia implica 
3308 Q1049139
Pedagogia Legislação da Educação Lei nº 10.639 de 2003 - Obrigatoriedade da Temática “História e Cultura Afro-Brasileira"
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Considere a seguinte situação hipotética:
No início do trimestre, a professora anuncia que o conteúdo a ser tematizado seria "Capoeira e práticas corporais afro-brasileiras". Após seu anúncio, ouve de um aluno insatisfeito os seguintes questionamentos: – Professora, por que não handebol ou voleibol? Por que capoeira?
Então a professora problematiza esses discursos, demonstrando a importância da capoeira no currículo de Educação Física. Na sequência do diálogo, busca junto aos estudantes seus conhecimentos prévios sobre a capoeira, assim como ideias para a sua tematização. Foi quando uma estudante disse: – Professora, o servente da escola me disse que dá aulas de capoeira no bairro onde mora. Podemos chamá-lo para nos ensinar alguns movimentos? A professora adorou a ideia e juntos...
3309 Q1049138
Pedagogia Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais Legislação da Educação Lei nº 10.639 de 2003 - Obrigatoriedade da Temática “História e Cultura Afro-Brasileira"
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Em uma turma do 2º ano do Ensino Fundamental, a professora desenvolveu um trabalho com a temática “Jogos, brinquedos e brincadeiras indígenas”. O tema surgiu de perguntas da turma em uma roda de conversa, após uma atividade relacionada à identidade, em que cada criança pesquisou a origem de seu próprio nome e do nome de seus familiares. Após esse primeiro momento, a professora organizou com as crianças uma lista de perguntas, curiosidades e saberes sobre o tema.
De acordo com Maldonado (2020, p. 182), ao tematizar os jogos e as brincadeiras de matriz indígena, existe a possibilidade de “outras vivências e debates com as crianças e, por consequência, a valorização da cultura dos povos originários durante as aulas de Educação Física”. Como exemplo, pode ser citada a leitura do livro in...
3310 Q1049137
Pedagogia A Didática e o Processo de Ensino e Aprendizagem A Construção do Conhecimento: Papel do Educador, do Educando e da Sociedade Temas Educacionais Pedagógicos
Ano: 2022
Banca: Colégio Pedro II
Castro (2021) discorre sobre a criação de grupos sociais antagônicos, que denomina como “nós” e os “outros”. A formação desses grupos demarca fronteiras e posições dos sujeitos naqueles grupos em uma perspectiva etnocêntrica, inclusive no ambiente escolar.
CASTRO, J. N. Singularidades em ruínas: o controle escolar dos corpos e das identidades em aulas de Educação Física. In: RIBEIRO, W. G.; SILVA, R. C. O.; DESTRO, D. S. (Org.) Educação Física e diferença: perspectivas e diálogos. Curitiba: CRV, 2021. Cap. 4, p. 75-100.

Quanto a esse tema, cabe ao(à) docente problematizar com os(as) estudantes