Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Criança de 5 anos foi levada ao consultório odontológico para avaliação de rotina. Após o exame clínico e radiografias interproximais, o cirurgião-dentista não detectou nenhuma lesão de cárie ativa ou cavitação que necessitasse de tratamento operatório. O exame da oclusão revelou uma dentição decídua completa, e ainda sem elementos permanentes irrompidos. O plano terminal dos molares decíduos apresentava-se com um leve degrau para a mesial. A observação dessa característica oclusal indica, com maior frequência, o estabelecimento de uma relação de molares permanentes do tipo:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Se a integridade do arco dentário em crianças for comprometida pela perda precoce dos dentes decíduos, é possível a deflagração de problemas que afetam o alinhamento adequado da dentição permanente devido à perda de comprimento do arco. Em um paciente com perda bilateral dos segundos molares decíduos superiores após a completa irrupção dos primeiros molares permanentes, pode-se indicar um:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Imagens anatômicas normais sobrepostas aos tecidos apicais podem ser tanto radiolúcidas como radiopacas, dependendo da estrutura envolvida. A estrutura anatômica radiopaca que pode se sobrepor aos ápices dos molares inferiores, dificultando sua visualização, é:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Paciente do sexo masculino, de 50 anos de idade, comparece ao consultório odontológico para uma consulta de avaliação, portando um exame radiográfico periapical completo. Ao exame da radiografia dos incisivos superiores, notou-se uma lesão radiolúcida com formato de pera invertida, com margem esclerótica bem delimitada entre os ápices dos incisivos centrais sem evidência de reabsorção radicular. A lesão não apresenta sintomatologia clínica. O diagnóstico mais provável da lesão é o cisto:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Universa (FUNIVERSA)
Assinale a alternativa correta com relação ao uso de anestésicos locais em odontologia.
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)

Leia atentamente o caso clínico a seguir para responder as questões 23, 24 e 25:

“Paciente Y. S. B., 19 anos, gênero feminino, chegou ao consultório odontológico relatando incomodar-se com os terceiros molares inferiores. Após exame clínico e radiográfico, o cirurgião-dentista constatou que os dentes 38 e 48 estavam semi-inclusos, sem relação aparente com o canal mandibular.”

Após ser submetido ao bloqueio regional do nervo alveolar inferior do lado esquerdo, o paciente relatou sentir um peso na face, sendo observada ptose palpebral e do lábio inferior no lado esquerdo. Com base no exposto, pode-se suspeitar que o anestésico se difundiu e alcançou os ramos do nervo:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
“A ______________ é um anestésico local do grupo amida, que pode provocar ou exacerbar a metemoglobinemia.” Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
A dose máxima de lidocaína a 2% sem vasoconstrictor, que pode ser administrada em um paciente, é de 4,4 mg/kg, podendo chegar até 300 mg. Neste contexto, a quantidade máxima de tubetes de lidocaína a 2% que pode ser aplicada em um paciente de 50kg está indicada na alternativa:
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
No que concerne ao controle da dor e a analgesia preemptiva, assinale a opção correta.
10 Q604768
Odontologia
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
A pseudocolinesterase atípica ocorre em aproximadamente 1 a cada 2.820 indivíduos, ou 6% a 7% dos pacientes em uma população. Os pacientes com história familiar desse distúrbio podem ser incapazes de biotransformar os anestésicos do grupo éster na velocidade usual e, subsequentemente, níveis maiores desse medicamento podem se desenvolver em seu sangue. A pseudolinesterase atípica representa uma contraindicação à administração dos anestésicos locais do grupo éster. Sendo assim, o cirurgião-dentista que precisa anestesiar esse paciente deve utilizar preferencialmente o seguinte agente: