A cárie dentária é uma doença infecciosa e multifatorial; dentre os fatores primários imprescindíveis para sua ocorrência, a microbiota específica para o desenvolvimento e progressão das lesões de cárie é composta por
O uso racional do flúor em Odontologia implica na razão de sua presença constante na cavidade bucal em função das necessidades do indivíduo. Em termos do controle do processo de cárie é correto afirmar que
O dente apresenta um comportamento dinâmico em relação ao meio bucal, alternando fenômenos de desmineralização e remineralização. Pode-se afirmar corretamente que:
O tratamento de lesões de cárie incipiente em regiões de fossas e fissuras, preconizado por Black era o da "extensão para prevenção", que na Odontologia contemporânea foi substituído por "selamento para prevenção". Baseado nessa informação, quando se depara com pontos isolados de cárie em dentina na superfície oclusal, o tratamento indicado deve ser o da
Com relação às lesões cariosas localizadas em superfícies oclusais é INCORRETO afirmar que
O estudo de Vipeholm realizado em humanos, na década de 50, tem até hoje suas conclusões utilizadas em programas de saúde bucal. Relacionam-se a esse estudo, as seguintes orientações:
Para se estabelecer um plano de tratamento adequado ao paciente, visando o diagnóstico precoce da doença cárie, é necessário que o exame clínico seja feito de modo criterioso. O exame radiográfico também irá auxiliar no estabelecimento da condição bucal do indivíduo. Dessa forma, para se detectar o primeiro sinal clínico da doença cárie os seguintes requisitos devem ser observados:
Anomalias de textura são aquelas que envolvem os órgãos dentais, durante a odontogênese, nas fases de aposição e calcificação. Dentre essas anomalias estão as hipoplasias e as hipocalcificações de esmalte, cujo tratamento é estético. Os tratamentos indicados, num paciente com 15 anos de idade que apresenta hipoplasia no elemento 21 e hipocalcificação no elemento 11 são, respectivamente,
Para realizar um preparo cavitário classe I, para posterior restauração em amálgama de prata, o cirurgião-dentista deve ter em mente que a parede pulpar deve ser plana e paralela ao plano horizontal, as paredes vestibular e lingual são perpendiculares à pulpar e a largura do istmo deve ser no máximo 1/3 da distância intercuspídica. Com vistas à resistência e retenção do dente e material restaurador, as paredes mesial e distal devem ser