7041
Q934979
Considerando-se os eventos cirúrgicos e anestésicos com risco de morte, é uma complicação anestésica:
7042
Q934978
É fundamental que o médico seja hábil em reconhecer rapidamente a evolução do paciente para o choque ou para a insuficiência respiratória. No choque, não importa a causa primária, apresenta sintomatologia muito típica. Em algumas situações, pode ser possível tomar medidas iniciais mais precoces de tratamento da causa (como reposição de volume e monitorização adequada), se forem identificados quadros de pré-choque, tais como:
7043
Q934977
Sobre o tratamento do Choque Hipovolêmico, analisar os itens abaixo:
I. Continuar a repor cristaloide; sangue coloide rapidamente até restaurar volemia a PVC acima de 12.
II. Interromper perda ou hemorragia.
III. Pesquisar hemorragia (endoscopia alta ou baixa, tomografia ou RM angiografia etc.).
IV. Pesquisar causas associadas (choque misto).
Estão CORRETOS:
I. Continuar a repor cristaloide; sangue coloide rapidamente até restaurar volemia a PVC acima de 12.
II. Interromper perda ou hemorragia.
III. Pesquisar hemorragia (endoscopia alta ou baixa, tomografia ou RM angiografia etc.).
IV. Pesquisar causas associadas (choque misto).
Estão CORRETOS:
7044
Q934976
As feridas são classificadas segundo diversos parâmetros, que auxiliam no diagnóstico, na evolução e na definição do tipo de tratamento, tais como cirúrgicas, traumáticas e ulcerativas. As feridas cirúrgicas são provocadas por instrumentos cirúrgicos, com finalidade terapêutica, e podem ser: incisivas, com perda mínima de tecido; ou excisivas, nas quais há remoção de áreas de pele. As complicações mais comuns associadas à cicatrização de feridas são:
I. Hemorragia interna (hematoma) e externa, podendo ser arterial ou venosa.
II. Deiscência: separação das camadas da pele e tecidos. É comum entre o 3º e 11º dia após o surgimento da lesão.
III. Evisceração: protrusão dos órgãos viscerais, através da abertura da ferida.
IV. Infecção: drenagem de material purulento ou i...
I. Hemorragia interna (hematoma) e externa, podendo ser arterial ou venosa.
II. Deiscência: separação das camadas da pele e tecidos. É comum entre o 3º e 11º dia após o surgimento da lesão.
III. Evisceração: protrusão dos órgãos viscerais, através da abertura da ferida.
IV. Infecção: drenagem de material purulento ou i...
7045
Q934975
As diretrizes da Agency for Health Care Policy and Research (AHCPR) são pouco precisas com relação ao desbridamento. Contudo, indicam a remoção de qualquer tecido necrosado do interior da ferida, se esta for consistente com os objetivos, com a seleção do método apropriado às condições do usuário, bem como com as necessidades de avaliação e o controle da dor. As diretrizes também estabelecem que as técnicas de desbridamento podem ser utilizadas isoladas ou combinadas. Sob essa ótica, o desbridamento de tecido inviável é o fator mais importante na gerência de lesões. Considerando-se isso, assinalar a alternativa INCORRETA:
7046
Q934974
Em relação ao suporte nutricional em cirurgia, é INCORRETO afirmar que:
7047
Q934973
Considerando-se os riscos cirúrgicos mais importantes, analisar os itens abaixo:
I. Cardiopatas: cardiopatia já diagnosticada ou presença de múltiplos fatores de risco de doença cardiovascular. Sinais de alarme no exame clínico, como taquicardia com B3 ou B4 (galope), sopros, desvio do ictus (cardiomegalia), hipofonese de bulhas e arritmias.
II. Pneumopatas crônicos: tosse, expectoração, chiado e sibilos à ausculta com respiração forçada.
III. Tromboembolismo e embolia pulmonar: risco maior em obesos, trombose anterior. Atentar para cirurgias ortopédicas, gineco-obstétricas, neurológicas e oncológicas.
IV. Pioram a cicatrização: desnutrição proteica, deficiência de vitamina C, edema importante, anemia, diabetes, colagenose, insuficiência vascular periférica, corticoter...
I. Cardiopatas: cardiopatia já diagnosticada ou presença de múltiplos fatores de risco de doença cardiovascular. Sinais de alarme no exame clínico, como taquicardia com B3 ou B4 (galope), sopros, desvio do ictus (cardiomegalia), hipofonese de bulhas e arritmias.
II. Pneumopatas crônicos: tosse, expectoração, chiado e sibilos à ausculta com respiração forçada.
III. Tromboembolismo e embolia pulmonar: risco maior em obesos, trombose anterior. Atentar para cirurgias ortopédicas, gineco-obstétricas, neurológicas e oncológicas.
IV. Pioram a cicatrização: desnutrição proteica, deficiência de vitamina C, edema importante, anemia, diabetes, colagenose, insuficiência vascular periférica, corticoter...
7048
Q934972
Quanto ao tratamento cirúrgico da polipose adenomatosa familiar, assinalar a alternativa CORRETA:
7049
Q934971
São critérios diagnósticos de trombose venosa profunda, EXCETO:
7050
Q934970
Um cirurgião indicou uma angioplastia de estenose significativa (80%) de artéria ilíaca comum distal à direita. Qual a melhor escolha do material necessário ao procedimento?