Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creat...
Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creat...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. À ausculta cardíaca, foi possível identificar um...
Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL),...
Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL),...
Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL),...

Considerando o caso clínico 2A3AAA, julgue os itens a seguir.
Os resultados da polissonografia indicam que esse paciente apresenta grave distúrbio apneico noturno do tipo obstrutivo.