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Q688881
Acerca de intervenção coronária percutânea em casos de angina estável ou isquemia silenciosa, julgue os itens que se seguem. Recomenda-se intervenção coronariana percutânea em presença de mínima área de isquemia miocárdica e pouco risco miocárdico em indivíduos assintomáticos com tratamento otimizado, devido ao risco de morte súbita.
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Q688880
Acerca de intervenção coronária percutânea em casos de angina estável ou isquemia silenciosa, julgue os itens que se seguem. A intervenção coronária percutânea está indicada para pacientes que apresentem angina estável refratária ao tratamento clínico otimizado e com anatomia coronariana favorável.
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Q688879
Acerca de intervenção coronária percutânea em casos de angina estável ou isquemia silenciosa, julgue os itens que se seguem. Em se tratando de angina estável, pode-se dispensar esse tipo de intervenção mesmo em caso de presença de grande área de isquemia ou de miocárdio em risco.
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Q688878
Acerca de intervenção coronária percutânea em casos de angina estável ou isquemia silenciosa, julgue os itens que se seguem. A intervenção coronária percutânea apresenta maior redução de mortalidade total em longo prazo, quando comparada ao tratamento cirúrgico de revascularização miocárdica, nos indivíduos com lesão de tronco de coronária esquerda.
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Q688877
Em relação ao emprego dos stents farmacológicos em pacientes com alto risco de reestenose, julgue os seguintes itens. O emprego do stent farmacológico é imprescindível em lesões com trombos e lesões proximais.
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Q688876
Em relação ao emprego dos stents farmacológicos em pacientes com alto risco de reestenose, julgue os seguintes itens. Os pacientes que mais se beneficiarão dos stents farmacológicos são aqueles que apresentam lesões tortuosas e hipertensão arterial sistêmica.
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Q688875
Em relação ao emprego dos stents farmacológicos em pacientes com alto risco de reestenose, julgue os seguintes itens. Os pacientes com lesões oclusivas crônicas, tortuosidades e calcificações apresentam maior risco de reestenose.
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Q688874
Em relação ao emprego dos stents farmacológicos em pacientes com alto risco de reestenose, julgue os seguintes itens. Os stents farmacológicos são eficazes em pacientes que, à cinecoronariografia, apresentam lesões longas, vasos com calibre reduzido e sinais de reestenose.
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Q688873
Em relação ao emprego dos stents farmacológicos em pacientes com alto risco de reestenose, julgue os seguintes itens. O emprego do stent farmacológico é obrigatório para os pacientes com lesões coronarianas de calibre aumentado, em vasos proximais, e que mostrem fluxo classificado como TIMI 3.
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Q688872
Paciente do sexo masculino, quarenta e oito anos de idade, diabético, hipertenso e tabagista, apresentou quadro de infarto agudo do miocárdio com supra de segmento ST. A cinecoronariografia revelou lesão longa proximal de artéria descendente anterior. O paciente foi, então, submetido à angioplastia primária com implantes de stents farmacológicos, com sucesso.
A partir desse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Nessa condição clínica, o implante de stent farmacológico tem se mostrado mais eficaz que o implante de stent convencional quanto ao resultado tardio subsequente.