Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Irregularidade menstrual com o uso de AMPD é comum.
26641
Q611183
Paciente de 40 anos de idade, tabagista, está em tratamento com acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMPD), há 1 ano, para menorragia por sangramento uterino disfuncional (SUD). Encontra-se em amenorreia há 6 meses.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Irregularidade menstrual com o uso de AMPD é comum.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Irregularidade menstrual com o uso de AMPD é comum.
26642
Q611182
Paciente de 40 anos de idade, tabagista, está em tratamento com acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMPD), há 1 ano, para menorragia por sangramento uterino disfuncional (SUD). Encontra-se em amenorreia há 6 meses.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. A menorragia dessa paciente poderia ser tratada com DIU medicado com levonorgestrel.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. A menorragia dessa paciente poderia ser tratada com DIU medicado com levonorgestrel.
26643
Q611181
Paciente de 40 anos de idade, tabagista, está em tratamento com acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMPD), há 1 ano, para menorragia por sangramento uterino disfuncional (SUD). Encontra-se em amenorreia há 6 meses.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se essa paciente voltar a ter sangramento irregular e volumoso, o melhor tratamento será suspender o AMPD e usar anticoncepcional combinado oral a longo prazo.
Com base nesse caso hipotético, julgue os itens a seguir. Se essa paciente voltar a ter sangramento irregular e volumoso, o melhor tratamento será suspender o AMPD e usar anticoncepcional combinado oral a longo prazo.
26644
Q611180
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Caso a paciente 1 queira preservar a respectiva fertilidade, pode-se oferecer como tratamento, inicialmente, a traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Caso a paciente 1 queira preservar a respectiva fertilidade, pode-se oferecer como tratamento, inicialmente, a traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica.
26645
Q611179
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se o tumor da paciente 1 fosse maior que 2,0 cm, não seria mais possível oferecer a traquelectomia radical com fins curativos.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se o tumor da paciente 1 fosse maior que 2,0 cm, não seria mais possível oferecer a traquelectomia radical com fins curativos.
26646
Q611178
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se o tipo histológico do tumor da paciente 1 fosse adenocarcinoma, o tratamento conservador não estaria indicado.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se o tipo histológico do tumor da paciente 1 fosse adenocarcinoma, o tratamento conservador não estaria indicado.
26647
Q611177
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Na paciente 2, como o tumor é limitado ao ovário, se a paciente desejar manter a fertilidade, o útero e o ovário contralateral poderão ser preservados.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Na paciente 2, como o tumor é limitado ao ovário, se a paciente desejar manter a fertilidade, o útero e o ovário contralateral poderão ser preservados.
26648
Q611176
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se a paciente 2 não desejar manter a fertilidade, a histerectomia total abdominal com salpingo-ooforectomia bilateral é o tratamento apropriado.
Paciente 1 M. O. S., 30 anos de idade, nuligesta, apresenta diagnóstico de carcinoma de células escamosas do colo uterino, estágio IB1, com tumor medindo 1,5 cm.
Paciente 2 S. A. M., 34 anos de idade, nuligesta, é submetida à laparotomia para estadiamento completo de tumor ovariano. A biópsia de congelação identifica tumor seroso limítrofe em ovário direito. Estadiamento IA.
Com relação aos casos clínicos descritos, julgue os itens a seguir. Se a paciente 2 não desejar manter a fertilidade, a histerectomia total abdominal com salpingo-ooforectomia bilateral é o tratamento apropriado.
26649
Q611175
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 R. S. A., 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, apresenta leucorreia acinzentada, fluida e abundante, com liberação de odor fétido após a aplicação de KOH à secreção vaginal. Não faz uso de terapia hormonal.
Paciente 2 J. B. F., 38 anos de idade, com última menstruação há 20 dias, refere prurido, ardor genital e leucorreia.
Ao exame, identificam-se vagina hiperemiada e leucorreia branca, grumosa, aderida às paredes vaginais. No que tange aos casos clínicos mencionados, julgue os itens a seguir. O hipoestrogenismo eleva o pH vaginal, favorecendo vaginoses pelo agente etiológico da paciente 1.
Paciente 1 R. S. A., 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, apresenta leucorreia acinzentada, fluida e abundante, com liberação de odor fétido após a aplicação de KOH à secreção vaginal. Não faz uso de terapia hormonal.
Paciente 2 J. B. F., 38 anos de idade, com última menstruação há 20 dias, refere prurido, ardor genital e leucorreia.
Ao exame, identificam-se vagina hiperemiada e leucorreia branca, grumosa, aderida às paredes vaginais. No que tange aos casos clínicos mencionados, julgue os itens a seguir. O hipoestrogenismo eleva o pH vaginal, favorecendo vaginoses pelo agente etiológico da paciente 1.
26650
Q611174
Considere as duas situações seguintes.
Paciente 1 R. S. A., 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, apresenta leucorreia acinzentada, fluida e abundante, com liberação de odor fétido após a aplicação de KOH à secreção vaginal. Não faz uso de terapia hormonal.
Paciente 2 J. B. F., 38 anos de idade, com última menstruação há 20 dias, refere prurido, ardor genital e leucorreia.
Ao exame, identificam-se vagina hiperemiada e leucorreia branca, grumosa, aderida às paredes vaginais. No que tange aos casos clínicos mencionados, julgue os itens a seguir. Em mulheres pós-menopáusicas, há redução de lactobacilos, favorecendo a proliferação de fungos, que são os agentes etiológicos da vaginite da paciente 2.
Paciente 1 R. S. A., 55 anos de idade, menopausa aos 50 anos, apresenta leucorreia acinzentada, fluida e abundante, com liberação de odor fétido após a aplicação de KOH à secreção vaginal. Não faz uso de terapia hormonal.
Paciente 2 J. B. F., 38 anos de idade, com última menstruação há 20 dias, refere prurido, ardor genital e leucorreia.
Ao exame, identificam-se vagina hiperemiada e leucorreia branca, grumosa, aderida às paredes vaginais. No que tange aos casos clínicos mencionados, julgue os itens a seguir. Em mulheres pós-menopáusicas, há redução de lactobacilos, favorecendo a proliferação de fungos, que são os agentes etiológicos da vaginite da paciente 2.