37411
Q606913
Após queda da própria altura, paciente do sexo feminino apresentou dor com dificuldade funcional do ombro direito. Após ser submetida a avaliação radiológica através da série trauma constatou-se fratura da extremidade proximal do úmero com luxação. Na relação entre os fragmentos observou-se desvio de 70 graus da epífise umeral, desvio de 2,3 cm da grande tuberosidade e desvio de 0,5 cm da pequena tuberosidade. Segundo Neer, estamos frente a uma fratura:
37412
Q606912
O reparo artroscópico do manguito rotador, quando comparado com o reparo aberto através de miniacesso, demonstra o seguinte resultado:
37413
Q606911
Menino de 7 anos de idade apresentando dor com deformidade em nível do cotovelo esquerdo foi levado à emergência do hospital. Clinicamente não apresentava lesões vasculares ou nervosas. Ao Rx apresentava fratura desviada supracondiliana do úmero, que foi reduzida e imobilizada com aparelho gessado áxilo-palmar. Doze horas depois, apresentou síndrome do compartimento. Em relação a essa síndrome, podemos afirmar que:
37414
Q606910
Nas fraturas do tipo 12-A2 da classificação AO, a estrutura anatômica mais frequentemente acometida é:
37415
Q606909
Devemos sistematizar o atendimento a um politraumatizado fazendo sua avaliação na seguinte sequência:
37416
Q606908
Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, após queda de moto deu entrada no serviço de emergência com fraturas múltiplas e traumatismo cranioencefálico. Após avaliação inicial, a equipe que o atendia, devido ao quadro clinico que apresentava, suspeitou de fratura exposta oculta e providenciou o seguinte exame:
37417
Q606907
A avaliação e o planejamento para o tratamento da fratura proximal do úmero requer uma série de radiografias. Essas incidências, conhecidas como série trauma, são:
37418
Q606906
O teste de Fukuda é importante na avaliação da instabilidade:
37419
Q606905
Na luxação anterior escapuloumeral, a estrutura nervosa mais acometida é o nervo:
37420
Q606904
A fixação de um componente acetabular não cimentado foi realizada com a colocação de um parafuso complementar de 70 mm no quadrante posterosuperior. A estrutura que corre maior risco de ser danificada com essa técnica é: