Um paciente de dezenove anos de idade, com histórico de alterações de comportamento havia cerca de um mês, compareceu a um pronto-socorro acompanhado pela mãe. Ele parou de frequentar a faculdade, não dormia à noite e estava sempre muito apreensivo. O paciente dizia que estava sendo espionado pela Polícia Federal por estar sendo confundido com um traficante. Fechava todas as janelas de casa, ficava o dia todo trancado no quarto dizendo que queriam assassiná-lo. A mãe relatou que ele fazia uso esporádico de maconha, mas garante que nos últimos meses ele não havia usado drogas, o que foi confirmado pelo exame toxicológico. Os exames físicos e laboratoriais não mostraram alterações. O humor não estava polarizado.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens subsequente...
Um paciente de dezenove anos de idade, com histórico de alterações de comportamento havia cerca de um mês, compareceu a um pronto-socorro acompanhado pela mãe. Ele parou de frequentar a faculdade, não dormia à noite e estava sempre muito apreensivo. O paciente dizia que estava sendo espionado pela Polícia Federal por estar sendo confundido com um traficante. Fechava todas as janelas de casa, ficava o dia todo trancado no quarto dizendo que queriam assassiná-lo. A mãe relatou que ele fazia uso esporádico de maconha, mas garante que nos últimos meses ele não havia usado drogas, o que foi confirmado pelo exame toxicológico. Os exames físicos e laboratoriais não mostraram alterações. O humor não estava polarizado.
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Um paciente de dezenove anos de idade, com histórico de alterações de comportamento havia cerca de um mês, compareceu a um pronto-socorro acompanhado pela mãe. Ele parou de frequentar a faculdade, não dormia à noite e estava sempre muito apreensivo. O paciente dizia que estava sendo espionado pela Polícia Federal por estar sendo confundido com um traficante. Fechava todas as janelas de casa, ficava o dia todo trancado no quarto dizendo que queriam assassiná-lo. A mãe relatou que ele fazia uso esporádico de maconha, mas garante que nos últimos meses ele não havia usado drogas, o que foi confirmado pelo exame toxicológico. Os exames físicos e laboratoriais não mostraram alterações. O humor não estava polarizado.
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Uma paciente com vinte e nove anos de idade, solteira, desempregada, compareceu ao consultório psiquiátrico apresentando o seguinte quadro clínico: múltiplas queixas de dores abdominais; retenção urinária; diplopia; menstruação irregular; cefaleia; dores musculares; náuseas; diarreia; e dores nas articulações dos joelhos. Disse que seus problemas de saúde iniciaram-se havia cerca de três anos, logo após o falecimento do pai. Relatou que os sintomas não a deixavam trabalhar ou se relacionar com as pessoas. Já procurou diversos médicos, fez vários exames, mas nunca foi feito um diagnóstico. Não apresentou relato de uso atual de medicamentos ou substâncias psicoativas. Manifestava alto grau de ansiedade e preocupação com os sintomas. O exame físico e as investigações laboratoriais não dete...