Um homem de 52 anos queixa-se de azia, chiado à noite, tosse e rouquidão. Nega tabagismo e etilismo. Considera-se tenso, é sedentário e apresentou ganho de peso nos últimos anos. Ao exame clínico apresenta PA = 140 × 90 mmHg, pulso = freqüência cardíaca = 72 batimentos/minuto, índice de massa corpórea = 29 kg/m2. O exame dos pulmões nada revelou. Deve-se pensar inicialmente em
Uma pessoa com asma que apresenta sintomas uma vez por semana e melhora com uso de broncodilatador e com volume expiratório forçado no primeiro segundo, de 80% do previsto, tem asma
Uma mulher de 27 anos apresenta asma desde a infância. Há 3 meses está utilizando apenas salbutamol, por via inalatória, duas vezes por dia, para controlar seus sintomas que são leves. Não apresenta sintomas noturnos. Como parte de seu tratamento, deverá receber
Considerando estudos recentes sobre agentes etiológicos de pneumonia adquirida na comunidade, a pessoas não imunodeprimidas e que não necessitam de internação devem ser administrados os seguintes antibióticos:
Uma avaliação funcional pulmonar que revela capacidade vital forçada de 80% do previsto, um volume expiratório forçado no primeiro segundo de 50% do previsto e uma difusão de monóxido de carbono dentro dos limites da normalidade corresponde, provavelmente, a
Uma mulher de 62 anos apresenta há um dia crises rápidas de tontura giratória que aparecem quando se vira na cama ou ao olhar para cima. Teve um episódio semelhante no passado, não com a mesma intensidade. Nega alterações auditivas. Nota-se a presença de nistagmo espontâneo que melhora com a fixação do olhar, apresenta diabetes há um ano, controlado com glibenclamida. A principal hipótese diagnóstica é
A droga a ser administrada no paciente que apresenta um acidente vascular cerebral isquêmico em progressão é
Um homem de 39 anos, tabagista de 2 maços/dia por 15 anos, com claudicação ao deambular aproximadamente 50 metros, queixa-se de parestesia em ambas as pernas. A melhor conduta para o alívio da queixa de parestesia será
O principal objetivo ao se administrar digitálicos a um paciente com fibrilação atrial de alta freqüência é
Homem de 48 anos em tratamento psicoterápico por depressão, em medida de pressão arterial em uma consulta de rotina foi identificada pressão alta. Conta história de "bronquite" na infância e tabagismo de 1 maço/dia por 20 anos; no momento sem queixas respiratórias. Última espirometria há 6 meses com VEF 1 pré-broncodilatador = 58% do predito, VEF 1 pós-broncodilatador = 60% do predito, VEF1/CVF = 68%. Antecedentes: pai falecido aos 54 anos por problema cardíaco. Na primeira consulta apresentava PA = 150 × 100 mmHg, sem outras alterações a não ser sobrepeso (IMC = 26). Após 30 dias, apresenta-se com PA = 146 × 94 mmHg e trouxe os exames (sódio e potássio, creatinina, hemoglobina, glicemia, eletrocardiograma e radiografia torácica) normais. Além de or...