Tendo em vista que a forma mais frequente de atividade elétrica na parada cardiorespiratória (PCR) é a fibrilação ventricular (FV) e que a taquicardia ventricular também é comum, porém, frequentemente se degenera para FV, julgue os próximos itens. Nesse sentido, considere que a sigla AESP, sempre que empregada, refere-se à atividade elétrica sem pulso.
O tratamento da AESP nunca deve ser realizado por meio de choque, pois já existe atividade elétrica ventricular organizada potencialmente capaz de gerar pulso central.
Tendo em vista que a forma mais frequente de atividade elétrica na parada cardiorespiratória (PCR) é a fibrilação ventricular (FV) e que a taquicardia ventricular também é comum, porém, frequentemente se degenera para FV, julgue os próximos itens. Nesse sentido, considere que a sigla AESP, sempre que empregada, refere-se à atividade elétrica sem pulso.
Na FV sem pulso, identificada até o 4º ou 5º minutos de PCR, deve-se aplicar 2 minutos de RCP para depois aplicar a desfibrilação elétrica com choque único de 360 J monofásico ou energia equivalente de choque bifásico (geralmente entre 120 e 200 J).
Tendo em vista que a forma mais frequente de atividade elétrica na parada cardiorespiratória (PCR) é a fibrilação ventricular (FV) e que a taquicardia ventricular também é comum, porém, frequentemente se degenera para FV, julgue os próximos itens. Nesse sentido, considere que a sigla AESP, sempre que empregada, refere-se à atividade elétrica sem pulso.
As medicações utilizadas na PCR, para melhorar as condições hemodinâmicas na presença de arritmia, devem ser aplicadas na seguinte sequência: epinefrina ― atropina ― vasopressina ― lidocaína ― amiodarona ― bicarbonato de sódio ― sulfato de magnésio.
Tendo em vista que a forma mais frequente de atividade elétrica na parada cardiorespiratória (PCR) é a fibrilação ventricular (FV) e que a taquicardia ventricular também é comum, porém, frequentemente se degenera para FV, julgue os próximos itens. Nesse sentido, considere que a sigla AESP, sempre que empregada, refere-se à atividade elétrica sem pulso.
Em casos de AESP e assistolia, a conduta inicial a ser adotada é a infusão de volume.
Com relação a hipertensão arterial sistêmica e crise hipertensiva, julgue os itens que se seguem.
São consideradas urgências hipertensivas: insuficiência coronariana crônica, insuficiência cardíaca, dissecção aguda da aorta, glomerulonefrites agudas e eclampsia.
Com relação a hipertensão arterial sistêmica e crise hipertensiva, julgue os itens que se seguem.
As emergências hipertensivas são situações com lesão aguda de órgãos-alvo e risco iminente de morte, que necessitam redução imediata da pressão arterial (PA).
Um paciente do sexo masculino, de cinquenta e três anos de idade, etilista crônico, torporoso, apresentando hematêmese e melena, foi diagnosticado como portador de hemorragia digestiva alta (HDA).
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens seguintes.
Os betabloqueadores não-seletivos devem ser utilizados na profilaxia do sangramento digestivo em todos os doentes portadores de varizes esofágicas de médio e grosso calibre, com sinais vermelhos (red spots).
Um paciente do sexo masculino, de cinquenta e três anos de idade, etilista crônico, torporoso, apresentando hematêmese e melena, foi diagnosticado como portador de hemorragia digestiva alta (HDA).
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens seguintes.
As causas mais comuns de hemorragia digestiva alta são: úlcera gástrica, úlcera duodenal, varizes de esófago, erosão gástrica e laceração de Mallory-Weiss.