A prevenção de câncer do aparelho digestivo possibilita o reconhecimento dessa patologia em fases precoces. A respeito do rastreamento dos tumores no aparelho digestivo, julgue os itens subsecutivos.
A metaplasia intestinal completa ou tipo I é associada a um baixo risco de câncer gástrico, contudo a do tipo III (fenótipo colônico) é fortemente relacionada com neoplasia.
A prevenção de câncer do aparelho digestivo possibilita o reconhecimento dessa patologia em fases precoces. A respeito do rastreamento dos tumores no aparelho digestivo, julgue os itens subsecutivos.
Com relação à vigilância de esôfago de Barrett, o protocolo de Seattle preconiza quatro biópsias a cada 0,5 cm, sendo uma por quadrante, além da biópsia de cada região elevada ou deprimida.
Um paciente de cinquenta e seis anos de idade, etilista (40 g/dia de álcool, há dez anos), apresentou elevação da taxa de transaminases, uma vez e meia maior que os valores de referência. Verificou-se, ainda, elevação do nível de alfafetoproteína (AFP) e, ao ultrassom de abdome, a presença de nódulo hepático.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da conduta clínica mais adequada ao caso.
A saturação de transferrina menor que 45% e a elevação de ferritina sérica podem ser justificadas pela ocorrência de necroinflamação hepática alcoólica.
Um paciente de cinquenta e seis anos de idade, etilista (40 g/dia de álcool, há dez anos), apresentou elevação da taxa de transaminases, uma vez e meia maior que os valores de referência. Verificou-se, ainda, elevação do nível de alfafetoproteína (AFP) e, ao ultrassom de abdome, a presença de nódulo hepático.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da conduta clínica mais adequada ao caso.
Pacientes com doença alcoólica grave (índice de Maddrey > 22) devem ser tratados com pentoxifilina na dose de 400 mg, por via oral, três vezes ao dia, durante quatro semanas, especialmente se houver contraindicação ao uso de corticoide.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
A acalasia age como fator protetor do carcinoma epidermoide no esôfago.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
Quando presente, o câncer de esôfago se localiza com mais frequência no terço distal.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tipo histológico mais comum do câncer de esôfago é o adenocarcinoma.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tratamento prévio da acalasia pode reduzir o risco de neoplasias.