Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
A acalasia age como fator protetor do carcinoma epidermoide no esôfago.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
Quando presente, o câncer de esôfago se localiza com mais frequência no terço distal.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tipo histológico mais comum do câncer de esôfago é o adenocarcinoma.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
O tratamento prévio da acalasia pode reduzir o risco de neoplasias.
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de doença de Chagas, com diagnóstico prévio de megaesôfago, compareceu ao ambulatório, após cinco anos sem acompanhamento ou terapêutica, com queixa de disfagia. O paciente relatou que piorou nos últimos três meses e que teve perda ponderal de 15 kg.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir, a respeito da associação da acalasia com câncer de esôfago.
Com o objetivo de identificar áreas com neoplasia precoce, a cromoscopia com lugol poderia ter sido proposta nas endoscopias anteriores ao diagnóstico de câncer no paciente descrito.
Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Caso a referida lesão seja menor que 4 ...
Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
No caso em apreço, há risco de haver ad...
Em consulta no pronto-socorro, uma paciente de sessenta anos de idade, colecistectomizada, relatou ter icterícia progressiva há duas semanas, além de dor malcaracterizada no abdome superior. Ao exame físico, a paciente, além da icterícia, apresentou-se discretamente hipocorada, sem outras alterações dignas de nota. Após colangiorresonância, que demonstrou falha de enchimento em colédoco, foi realizada colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), que permitiu a extração do cálculo, mas evidenciou lesão vegetante na papila duodenal, cujo resultado do histopatológico foi adenoma viloso.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A abordagem cirúrgica na situação apres...