Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer.
Está indicado o rastreamento bienal com tomografia computadorizada em tabagistas ativos de alto risco, com idade entre 50 e 79 anos e carga tabágica de 20 maços ou mais por ano.
Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer.
A maior eficácia do rastreamento mamográfico é obtida na faixa etária de 50 a 59 anos, em virtude da melhor acuidade da mamografia decorrente da maior densidade mamária nessas mulheres.
Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à auscul...
Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à auscul...