O câncer do colo do útero é o segundo mais incidente na população feminina brasileira, excetuando-se os casos de câncer de pele não melanoma. Impulsionado pelo Programa Viva Mulher, criado em 1996, o controle do câncer do colo do útero foi afirmado como prioridade na Política Nacional de Atenção Oncológica (INCA, 2005) e no Pacto pela Saúde (BRASIL, 2006).
Sobre os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama, é INCORRETO afirmar que :
Em uma paciente de 75 anos, com diagnóstico de LLC há mais ou menos 2 anos, atualmente assintomática, com hemograma mostrando leucometria de 89.000 cel/m³, com 90% de linfócitos, a melhor conduta é:
Para um paciente de 63 anos, com lesão lítica em úmero, cuja biópsia demonstrou plasmocitoma e o exame de estadiamento negativo, a melhor conduta é:
Um paciente de 47 anos realizou orquiectomia direita com diagnóstico histopatológico de linfoma não Hodgkin de alto grau. CD20 positivo e seus exames de estadiamento estando dentro da normalidade, a melhor conduta é:
Paciente de 54 anos com mieloma múltiplo estádio IIIA, realizou 2 ciclos com dexametasona e bortezomibe, apresentando resposta clínica e laboratorial excelentes. Pensando em ampliar a sobrevida livre de doença, a melhor opção é:
Para um paciente de 25 anos com diagnóstico de doença de Hodgkin esclerose nodular estádio IA, a melhor opção terapêutica é:
Paciente de 17 anos com história de aumento do volume ganglionar cervical bilateral de crescimento rápido, cursando com insuficiência respiratória após pequenos esforços. Uma radiografia de tórax demonstra aumento mediastinal difuso, sendo realizada punção aspirativa por agulha fina, cuja citologia é compatível com linfoma não Hodgkin. A melhor conduta é: