Gestante 36 semanas, chega ao hospital queixando-se de sangramento vaginal e dor abdominal. GI P0 A0. Temperatura axilar 37ºC. Pulso regular, 80 bpm. PA= 150x90mmHg. Mucosas hipocoradas +++/4+. A palpação uterina revela grande tensão da parede abdominal, não se consegue palpar contrações. Ao toque colo dilatado 4/5cm, bolsa das águas tensa, sangramento vaginal escuro. BCF: 115 bpm. O diagnóstico provável é:
Paciente com 36 semanas de gestação apresentando contrações uterinas dolorosas, sangramento transvaginal e ausência de irritação peritoneal. Neste caso seria considerada situação atípica:
Entre os procedimentos abaixo relacionados, qual deles NÃO mostrou nenhuma evidência em diminuir a incidência do descolamento prematuro de placenta?
Para a confirmação clínica da rotura prematura de membranas amnióticas podemos contar com:
Em relação ás modificações cardiovasculares do organismo materno podemos afirmar que:
Uma ultra-sonografista experiente emite um laudo afirmando que o índice de líquido amniótico é de 20 centímetros, e que detectou um bolsão de 12 centímetros. Podemos afirmar que estamos diante de uma gestação complicada com:
Quando estamos diante de uma paciente em crise convulsiva da eclâmpsia, a medida inicial para o controle da situação é a administração do(a):
O único fator que NÃO pode ser considerado como predisponente para a implantação prévia da placenta é:
Qual das situações é contra-indicação para o uso de betamiméticos venosos no trabalho de parto prematuro?
A técnica preferencial para os casos desfavoráveis de incompetência istmo cervical ( dilatação adiantada, bolsa protusa ) é a de