Qual é o diagnóstico mais plausível para essa paciente?
231
Q933599
Paciente de 40 anos de idade, sexo feminino, apresenta-se com paraparesia crural, urgência urinária, parestesias em membros inferiores e dor cervical com irradiação para os membros inferiores quando flete o segmento cefálico anteriormente. Refere há um mês ter apresentado perda visual do olho direito com recuperação parcial. O exame clínico apresenta aumento dos reflexos miotáticos em membros inferiores (aquileu e patelar), Babinski bilateral e diminuição do reflexo fotomotor em olho direito. O estudo com ressonância magnética da coluna torácica apresenta-se com lesão hiperintensa comprometendo o segmento entre C8-T3 e captação heterogênea de contraste além de intumescimento da medula espinhal nessa topografia.
Qual é o diagnóstico mais plausível para essa paciente?
Qual é o diagnóstico mais plausível para essa paciente?
232
Q933598
Paciente do sexo feminino, 66 anos de idade. Foi admitida com rebaixamento do nível de consciência, mas com movimentação ativa dos membros superiores e inferiores (paciente teve que ser contida no leito). Os exames na admissão somente revelaram sódio sérico de 115 mEq/mL e ressonância magnética sem nenhuma anormalidade. O sódio sérico foi prontamente normalizado após 12 horas com novo valor de 142 mEq/mL. Ao chegar ao leito, a paciente estava quadriparética, dados vitais normais, ausência de resposta motora ao estímulo doloroso e aumento dos reflexos miotáticos além de Babinski bilateral.
Qual dos seguintes métodos propedêuticos é o mais útil para conclusão da etiologia do quadro apresentado por essa paciente?
Qual dos seguintes métodos propedêuticos é o mais útil para conclusão da etiologia do quadro apresentado por essa paciente?
233
Q933597
Paciente de 70 anos de idade apresenta dificuldade de marcha, perda de memória recente e da sensibilidade profunda nos membros inferiores. Não tem nenhum déficit de força muscular, sensibilidade superficial ou dos reflexos miotáticos. A única alteração laboratorial é uma anemia macrocítica e hipersegmentação neutrofílica.
Qual é a hipótese diagnóstica que melhor explica esses achados?
Qual é a hipótese diagnóstica que melhor explica esses achados?
234
Q933596
Paciente de 79 anos de idade iniciou há um ano com alteração do comportamento. Ele apresenta dificuldade de realizar atividades simples e de compreender o que lhe é dito. Tem caído na rua frequentemente e não raramente, ao deambular, apresenta-se com tronco fletido anteriormente. No período noturno tem sonhos agitados e frequentemente conversa sozinho (supostamente com sua mãe, de acordo com seus familiares), alucinações visuais ocorrem a noite assim como de dia. A marcha é em pequenos passos, não tem tremores e não tem rigidez. O estudo de RM do encéfalo não apresenta anormalidades.
Qual é o diagnóstico mais provável para essa situação clínica?
Qual é o diagnóstico mais provável para essa situação clínica?
235
Q933595
Na avaliação da vertigem na urgência, alguns parâmetros clínicos são de suma importância no diagnóstico diferencial entre a vertigem periférica e a vertigem central.
Em relação a esse diagnóstico diferencial, assinale a alternativa incorreta.
Em relação a esse diagnóstico diferencial, assinale a alternativa incorreta.
236
Q933594
Paciente do sexo masculino, 66 anos de idade, apresenta-se com tremor. Refere que vários membros de sua família apresentam tremor na faixa dos 50 e 60 anos de idade. O tremor é pior ao escrever e ao esticar os membros superiores (manobra de braços estendidos) com frequência elevada e principalmente flexão / extensão dos punhos. Tem tremor leve na mandíbula. Não apresenta rigidez, bradicinesia ou distúrbio de marcha.
Qual deve ser a medicação de primeira escolha nessa situação?
Qual deve ser a medicação de primeira escolha nessa situação?
237
Q933593
Paciente de 72 anos de idade refere ter iniciado há dois meses com disfagia e alteração da voz com piora progressiva. Os sintomas não são flutuantes. Apresenta ainda paresia do músculo tibial anterior direito e consequentemente dificuldade de marcha. Nega sintomas de parestesias, diplopia e ptose palpebral.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável para essa apresentação clínica?
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável para essa apresentação clínica?
238
Q933592
O acidente vascular cerebral hemorrágico é uma complicação frequente em situações clínicas especiais.
Qual situação não está associada com acidente vascular cerebral hemorrágico?
Qual situação não está associada com acidente vascular cerebral hemorrágico?
239
Q933556
Sobre o neurodesenvolvimento infantil, considere V para verdadeiro e F para falso. A seguir assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__) O primeiro ano de vida é um período crítico em que os nutrientes podem influenciar o desenvolvimento, nas suas várias vertentes (psico-motora, sensorial, cognitiva). (__) De igual modo a suplementação com LC-PUFA a amamentação não parece melhorar o neurodesenvolvimento nem a acuidade visual das crianças. (__) Vários nutrientes foram associados a atraso de desenvolvimento psicomotor, mas nenhum com maior evidência que o ferro. A sua carência, mesmo na ausência de anemia, está significativamente associada ao atraso de desenvolvimento psicomotor.
(__) O primeiro ano de vida é um período crítico em que os nutrientes podem influenciar o desenvolvimento, nas suas várias vertentes (psico-motora, sensorial, cognitiva). (__) De igual modo a suplementação com LC-PUFA a amamentação não parece melhorar o neurodesenvolvimento nem a acuidade visual das crianças. (__) Vários nutrientes foram associados a atraso de desenvolvimento psicomotor, mas nenhum com maior evidência que o ferro. A sua carência, mesmo na ausência de anemia, está significativamente associada ao atraso de desenvolvimento psicomotor.
240
Q933508
A doença de Alzheimer apresenta-se em três estágios de progressão dos sintomas, embora nem sempre sejam reconhecidos de forma isolada. São eles:
I. Estágio inicial ou ligeiro da doença, é caracterizada como a fase do esquecimento de ocorrências recentes, confusão sobre lugares, podendo perder-se a caminho de casa ou do trabalho. II. A segunda fase ou estágio da doença, chamada de moderada ou intermediária, se caracteriza pelo agravamento dos problemas do estágio anterior, com a crescente perda de memória. A noção de tempo já é confusa, sem diferença entre dia e noite. III. A terceira fase ou estágio, considerada a mais severa da doença, é quando se dá o desaparecimento completo das funções cognitivas, a incontinência é total, há perda de peso e da capacidade para andar, sentar e, até...
I. Estágio inicial ou ligeiro da doença, é caracterizada como a fase do esquecimento de ocorrências recentes, confusão sobre lugares, podendo perder-se a caminho de casa ou do trabalho. II. A segunda fase ou estágio da doença, chamada de moderada ou intermediária, se caracteriza pelo agravamento dos problemas do estágio anterior, com a crescente perda de memória. A noção de tempo já é confusa, sem diferença entre dia e noite. III. A terceira fase ou estágio, considerada a mais severa da doença, é quando se dá o desaparecimento completo das funções cognitivas, a incontinência é total, há perda de peso e da capacidade para andar, sentar e, até...