No exame neurológico, o que podemos encontrar quando o trato espinotalâmico está comprometido?
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Q933345
Ao avaliarmos um paciente, suspeitamos de comprometimento do trato espinotalâmico.
No exame neurológico, o que podemos encontrar quando o trato espinotalâmico está comprometido?
No exame neurológico, o que podemos encontrar quando o trato espinotalâmico está comprometido?
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Q933264
Assinale a alternativa que indica corretamente a condição cujos sintomas incluem demência, incontinência e apraxia da marcha.
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Q933119
Assinale, a seguir, o tumor maligno mais comum da fossa posterior em crianças.
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Q933088
O traumatismo cranioencefálico (TCE) é o acidente mais prevalente nas crianças menores de 5 anos, em especial nas menores de 1 ano (SBD, 2017). Em relação a lesões intracranianas, assinale a representada pelo cisalhamento das fibras mielínicas. Frequente nos traumatismos graves, é secundária a mecanismos de aceleração/desaceleração rápida com desconexão das sinapses nervosas.
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Q933082
Com base sintomas e sinais associados à radiculopatia cervical e torácica alta, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao nível de disco/raiz que tem como reflexo afetado, o tricipital.
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Q933080
Em relação a Afasia, é INCORRETO afirmar que:
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Q933079
Em crianças, a compressão é realizada no terço inferior do tórax, com uma ou duas mãos, sendo a profundidade de compressão recomendada de 1/3 do diâmetro anteroposterior ou aproximadamente 5 cm. A fadiga do ressuscitador pode comprometer a frequência e a profundidade de compressão, além do retorno do tórax (SBD, 2017). É CORRETO afirmar que o rodízio de funções dos ressuscitadores é recomendado a cada:
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Q933078
Com base nos níveis funcionais do cérebro determinados por achados em sistemas clínicos, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um nível funcional com consciência torpor profundo.
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Q933073
Com base na classificação de gastroparesia e pseudo-obstrução, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um tipo neurológico miopática.
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Q933072
Manifestações clínicas complementares variam com a gravidade da lesão, tipicamente avaliada pela escala de coma de Glasgow, que mede a capacidade de uma pessoa em abrir os olhos e responder a perguntas ou comandos para se movimentar (GOLDMAN & SCHAFER, 2022). Supondo o cálculo do escore das capacidades, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao somatório que indica lesão cerebral grave