Uma mulher de 64 anos de idade, tabagista de longa data, com quadro de tosse, dor e desconforto respiratório após viagem de carro de longa duração, recusou-se a realizar angiotomografia do tórax, por ter histórico de alergia a iodo. Após ter realizado raio X de tórax, que não demonstrou alterações relevantes, foi submetida a cintilografia de perfusão/inalação pulmonar, que evidenciou múltiplos defeitos perfusionais segmentares e subsegmentares em ambos os pulmões e significativa retenção do conteúdo inalado em brônquios principais.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O padrão cintilográfico e a história clínica da paciente são suficientes para se determinar o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar agud...Uma mulher de 64 anos de idade, tabagista de longa data, com quadro de tosse, dor e desconforto respiratório após viagem de carro de longa duração, recusou-se a realizar angiotomografia do tórax, por ter histórico de alergia a iodo. Após ter realizado raio X de tórax, que não demonstrou alterações relevantes, foi submetida a cintilografia de perfusão/inalação pulmonar, que evidenciou múltiplos defeitos perfusionais segmentares e subsegmentares em ambos os pulmões e significativa retenção do conteúdo inalado em brônquios principais.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Com base nas imagens de perfusão/inalação pulmonar, o diagnóstico diferencial com tromboembolismo pulmonar prévio deve ser considerado.Uma mulher de 64 anos de idade, tabagista de longa data, com quadro de tosse, dor e desconforto respiratório após viagem de carro de longa duração, recusou-se a realizar angiotomografia do tórax, por ter histórico de alergia a iodo. Após ter realizado raio X de tórax, que não demonstrou alterações relevantes, foi submetida a cintilografia de perfusão/inalação pulmonar, que evidenciou múltiplos defeitos perfusionais segmentares e subsegmentares em ambos os pulmões e significativa retenção do conteúdo inalado em brônquios principais.
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A angiotomografia, por apresentar valores de sensibilidade e especificidade maiores que os da cintilografia pulmonar, seria o método mais ...Uma mulher de 64 anos de idade, tabagista de longa data, com quadro de tosse, dor e desconforto respiratório após viagem de carro de longa duração, recusou-se a realizar angiotomografia do tórax, por ter histórico de alergia a iodo. Após ter realizado raio X de tórax, que não demonstrou alterações relevantes, foi submetida a cintilografia de perfusão/inalação pulmonar, que evidenciou múltiplos defeitos perfusionais segmentares e subsegmentares em ambos os pulmões e significativa retenção do conteúdo inalado em brônquios principais.
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A descrição do estudo de inalação pulmonar em conjunto com dados da história da paciente favorece a hipótese de DPOC isolada ou associada...